Lula defende aumento de pena para feminicídio: 'o cidadão que bater na mulher vai ter que ser punido'
Lula ao lado da governadora Fátima Bezerra durante evento no Rio Grande do Norte. Ricardo Stuckert/PR Nesta quinta-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o aumento da pena para o crime de feminicídio. Fala ocorre enquanto Flávio Bolsonaro (PL) se desgasta com mulheres após crise com Michelle Bolsonaro. Em discurso ao lado da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), Lula afirmou que é preciso endurecer a punição para agressores e disse que "todo homem precisa saber que só existimos porque nascemos de uma mulher". "Nós estamos fazendo o Pacto contra o Feminicídio. E vamos endurecer. O cidadão que bater na mulher vai ter que ser punido, vai ter que utilizar tornozeleira e, se a mulher quiser, não vai nem encostar mais nela. E aumentar a pena para quem mata mulher. Não é possível o cidadão trancar a mulher e o filho em casa e tocar fogo, o cidadão dar 66 socos na cara da mulher", afirmou o presidente, dizendo que a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, está à frente da pauta. [Texto em atualização]
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