Caiado diz que Lula e Flávio brincam de 'esconde-esconde' e preferem discutir sobre Trump que educação no Brasil
O candidato à presidência da República, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), afirmou neste sábado (1º) que o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputará a reeleição, estão fugindo dos debates nacionais e criticou a atuação de ambos na política externa. Caiado afirmou que Lula e Flávio brincam de "esconde-esconde" ao não confirmarem presença nos debates presidenciais. Lula disse na última quinta-feira (30) que não irá nos debates “para ouvir bobagem”. Já a campanha de Flávio, nos bastidores, diz que o candidato só irá se Lula for. “Por que eles não vão para o debate? O debate está marcado, está certo? Adiou de novo, o debate foi adiado, porque o Lula disse que não tinha como ir. Aí o outro fala, se o Lula não for, eu não vou. Então cada um está brincando de esconde-esconde com o outro. E ninguém quer ir para o debate. Qual é o projeto estruturante desse governo que está aí há 20 anos. O outro não tem nada a apresentar, nunca governou. Vai aprender a governar na cadeira do presidente?”, questionou Caiado. O ex-governador de Goiás criticou a gestão de Lula nas relações internacionais e disse que o atual presidente é Flávio prejudicam o país “discutindo a dentadura” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Ninguém aguenta essa briga inútil dessa polarização. Isso é algo que está prejudicando, está atrapalhando. Você vem e briga com os Estados Unidos. Agora mesmo Kassab e eu estávamos em Santa Catarina, o terceiro estado mais penalizado por essa briga. Daqui a pouco arruma uma briga com o Paraguai, daqui a pouco desentende com a Argentina. Então fica o Brasil neste momento, ao invés de discutir o problema da educação do filho aqui, que deseja ter uma boa escola, fica discutindo o Trump, a dentadura do Trump”, afirmou. Caiado disse ainda que é um candidato mais competitivo que Flávio Bolsonaro porque não vai chegar no segundo turno “tendo que se explicar”. “Eu tenho 40 anos de vida pública e vocês nunca me viram envolvido em rachadinho, petrolão, mensalão, INSS, enriquecimento ilícito, master. Então, cada um responde pelos seus atos”, declarou.
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