PMs que faziam escolta de ciganos que mataram empresário são presos

Irmãos foram presos ao se apresentarem (Foto: Almiro Lopes/CORREIO)

Irmãos foram presos ao se apresentarem
(Foto: Almiro Lopes/CORREIO)

Enquanto os irmãos ciganos Evanilton e Fábio Ribeiro, de 32 e 40 anos, acusados pela morte de um empresário em Barra do Jacuípe, se entregavam na 26ª Delegacia (Abrantes), quatro homens em um Hyundai Tucson ficaram na porta da unidade policial. Desconfiados, os agentes abordaram o quarteto — três eram PMs, um da reserva. “Com eles foram apreendidos um revólver 38, uma arma 12 com numeração raspada e uma pistola”, disse a delegada Danielle Monteiro. Segundo ela, os PMs faziam escolta dos ciganos. A morte do empresário Ademir Martins dos Santos, 60, aconteceu no feriado de Finados, no Condomínio Planeta Água, em Barra do Jacuípe.

Os ocupantes do veículo eram Orlando Carvalho da Silva, sargento aposentado da PM, Wllysses Ferreira Fontes, soldado da 81ª CIPM (Itinga) e Arthur dos Santos Castro Júnior, da 50ª CIPM (Sete de Abril). O quarto homem, filho de ciganos, não teve o nome divulgado. A PM informou que Orlando e Wllysses “estão custodiados em Lauro de Freitas” e que o soldado Arthur foi liberado porque a arma dele estava registrada. Ainda segundo a corporação, a Corregedoria da PM irá apurar o envolvimento dos policiais com os ciganos.

Ainda de acordo com a delegada, o empresário – que saía da casa de amigos com a esposa, filho, nora e neta no momento do crime – foi vítima de execução.
“A vítima não morreu com bala perdida. Foram diversos disparos desferidos no tórax da vítima . Ele morreu na presença do filho, da nora e de uma criança de 6 anos. Ele foi executado friamente na presença da família”, disse a delegada. Leia mais no Corrio 24Hrs*

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