Jaqueline Francisca dos Santos Schumann, 32 anos, foi presa suspeita de matar o próprio marido, Valdir Schumann, 44, com um tiro de espingarda após uma discussão por causa de um problema no wi-fi no imóvel do casal, que fica na zona rural de Cafelândia, no oeste do Paraná. De acordo com informações da Polícia Civil, o crime foi motivado porque a vítima se recusou a consertar o aparelho.
Valdir morreu no dia 12 de março e, inicialmente, Jaqueline contou à polícia que o marido havia disparado nele mesmo de forma acidental, enquanto realizava manutenção na arma.
No entanto, a investigação identificou contradições na versão. Cerca de 15 dias após a morte, a Justiça deferiu a prisão da esposa, na sexta-feira (27). “A razão do crime foi o não funcionamento do aparelho de internet na casa.
A investigada pediu ao marido que resolvesse o problema, ele se recusou naquele momento e, por isso, ela atirou”, explicou o delegado Lucas Santana de Freitas, em entrevista ao G1.
O filho do casal, de 13 anos, presenciou a situação e contou a familiares que a mãe foi a autora do disparo. O adolescente está com familiares e sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar.
De acordo com a polícia, após o primeiro disparo, a mulher ainda tentou atirar novamente, mas a arma falhou. Segundo informações da polícia, a suspeita está presa e deve responder por homicídio qualificado por motivo fútil. Ela está detida na cadeia pública de Palotina.
Em nota, a defesa de Jaqueline classificou a prisão como precipitada e alegou que há "robustos elementos probatórios" que contradizem a versão apresentada pela investigação.
Os advogados também sustentam que a acusada colaborou com as investigações, não tem antecedentes e possui residência fixa. A defesa diz confiar que os fatos serão esclarecidos ao longo do processo.
De acordo com a polícia, após o primeiro disparo, a mulher ainda tentou atirar novamente, mas a arma falhou. Segundo informações da polícia, a suspeita está presa e deve responder por homicídio qualificado por motivo fútil. Ela está detida na cadeia pública de Palotina.
Em nota, a defesa de Jaqueline classificou a prisão como precipitada e alegou que há "robustos elementos probatórios" que contradizem a versão apresentada pela investigação.
Os advogados também sustentam que a acusada colaborou com as investigações, não tem antecedentes e possui residência fixa. A defesa diz confiar que os fatos serão esclarecidos ao longo do processo.
Bahia 10
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