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:: ‘Ibicuí’

Indústria de Calçados fecha fábrica e demite 1.800 funcionários durante pandemia

Foto: Reprodução / Sudoeste Agora

Após conceder férias coletivas aos seus empregados nas diversas unidades de produção na região de Itapetinga, a Indústria de Calçados Renata Mello concluiu o processo de demissão em massa e acabou encerrando as atividades sexta-feira (8).

De acordo com informações do sindicato que representa a categoria dos calçadistas, foram aproximadamente 1.800 demissões nas unidades de Itapetinga, Itarantim, Maiquinique, Macarani e Potiraguá, um verdadeiro baque econômico em plena pandemia do Coronavírus, período de extrema escassez de empregos, segundo o Sudoeste Hoje.

Segundo o Bahia Notícias, A saída da Renata Mello da região aconteceu sob a omissão total do governo estadual, que através do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) havia prometido uma solução para contar o processo de fechamento das fábricas na região, porém nenhuma medida foi tomada.

Em Ibicuí

A unidade de Ibicuí da indústria de calçados Lia Line decidiu encerrar as suas atividades e deu aviso prévio a todos os seus 345 empregados, em razão da pandemia do novo coronavírus. De acordo com informações do Sindicato de Verdade, nas demais unidades da fábrica, os empregados da Lia Line vão continuar trabalhando com horários e salários reduzidos, nos termos da Medida Provisória nº 936, do governo federal, o que já foi adotado em Itapetinga pela Vulcabras/Azaleia, segundo o Sudoeste Agora. Além de Ibicuí, a Lia Line tem fábricas em Itororó, distrito de Bandeira do Colônia (Itapetinga), Firmino Alves e distrito de Itaiá (Firmino Alves), além de Camacã e Conceição do Coité.

Deputados baianos aprovam decretos de calamidade pública para Amargosa, Rafael Jambeiro e mais cidades

Foto: Divulgação

Foram aprovados em sessão virtual realizada pelos deputados baianos, nesta quinta-feira (23), decretos de calamidade pública para mais 41 novos municípios da Bahia, em razão da pandemia do coronavírus. No total, 374 dos 417 municípios baianos já vivem sob os efeitos dos decretos de calamidade.

Segundo a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o estado de calamidade pública vai valer, a partir desta quinta-feira, nas cidade de Abaré, Adustina, Amargosa, América Dourada, Aramari, Glória, Ibiassucê, Jaborandi, Mairi, Mortugaba, Ourolândia, Paratinga, Pindaí, Rafael Jambeiro, Santa Luz, Santo Antônio de Jesus, Sítio do Mato, Várzea da Roça, Xique-Xique, Aporá, Ichu, Urandi, Itapebi, Barreiras, Cícero Dantas, Cristópolis, Encruzilhada, Esplanada, Heliópolis, Ibicuí, Ibirapitanga, Irajuba, Jeremoabo, Macajuba, Antônio Gonçalves, Eunápolis, Iraquara, Lajedinho, Muquém do São Francisco, Poções e Taperoá.

Efeito coronavírus: Castro Alves cancela festa de São João 2020

A prefeitura de Castro Alves, localizada no recôncavo baiano a 190 km da capital, anunciou nesta  quinta-feira (09) que a festa de São João 2020 da cidade está cancelada. A medida foi tomada devido a pandemia do coronavírus.
Além do Arraiá do poeta a comemoração do aniversário da cidade que acontece no dia 26 de junho. Outro evento cancelado foi a Copa do Poeta, competição de futebol que envolve equipes da zona rural do município.
A prefeitura afirma que o cancelamento segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
Outras cidade também foram canceladas: Sapeaçu, Conceição do Almeida, Amargosa, Cruz das Almas, Santo Antônio de Jesus, Elísio Medrado, Cachoeira, Itaberaba, Senhor do Bonfim, Irecê, Seabra, Miguel Calmon, Euclides da Cunha, Jequié, Piritiba e Ibicuí cancelarão os festejos de São João e São Pedro deste ano em razão da crise do novo coronavírus.

O cancelamento de festas de São João, acarretado pelas restrições do combate à pandemia do novo coronavírus, vai causar impato de 23% nas vendas do varejo, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-BA). Os segmentos mais afetados, conforme a entidade, são supermercados e vestuário (roupas, calçados, acessórios, entre outros).

“Embora os valores do comércio varejista do estado da Bahia apontem os meses de junho e julho como relativamente fracos ao longo do ano, as festividades têm uma importância muito grande, principalmente, para cidades do interior”, esclarece Guilherme Dietze, consultor econômico da Federação.

O economista alerta ainda para o impacto negativo no turismo. “As cidades deixarão de receber os turistas. Esses que deixarão de viajar, de se hospedar em pousadas e hotéis, de fazer suas refeições em bares e restaurantes, de comprar o artesanato local, ou seja, de fazer circular a economia, o dinheiro e o emprego, especialmente no interior”, diz.



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