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:: ‘Política’

Rui Costa e governadores pedem ao presidente do STF suspensão temporária do pagamento de dívidas

Divulgação

O governador Rui Costa informou durante transmissão ao vivo em suas redes sociais, na noite desta segunda-feira (27), que participou de videoconferência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o ministro Alexandre de Moraes, governadores, o advogado-geral da União, André Mendonça, e procuradores dos Estados. A reunião teve caráter de audiência de conciliação, já que os Estados têm solicitado a suspensão temporária do pagamento de dívidas junto à União para que os recursos sejam utilizados nas ações de combate ao novo coronavírus.

Segundo Rui, a expectativa é de que o impasse seja solucionado em breve. “Foi uma reunião extremamente positiva, onde o presidente do STF determinou que Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES se manifestem em até 24 horas sobre o pedido dos governadores. Além disso, ficou estabelecido o prazo de cinco dias para que as partes envolvidas, Estados, Governo Federal e bancos, possam chegar a um acordo. Nos próximos dias haverá uma intensa negociação nesse sentido. Nosso esforço deve ser voltado a salvar vidas humanas e assistir à população mais carente dos estados”, explicou.

Regina Duarte pode ser a próxima a deixar o governo, diz coluna

Foto: Reprodução/ Instagram

A secretária especial da Cultura, Regina Duarte, pode ser a próxima da fila de baixas aberta por Luiz Henrique Mandetta e ampliada por Sergio Moro, diz a coluna Radar, no site da revista Veja.

Segundo a publicação, aos poucos, a atriz vem percebendo ter caído em uma armadilha ao deixar uma carreira artística de sucesso e aceitar o convite do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para entrar no governo.

Ainda de acordo com a coluna, a ex-global foi isolada numa espécie de limbo administrativo desde que entrou no governo. Não tem força para convencer ministros a destravar sua agenda cultural e também não conta com apoio do Planalto para sequer escolher a própria equipe.

Nas redes sociais, registra a Radar, Regina Duarte já deu sinais de que pode abandonar o barco. “Quando me desapego do que tenho, recebo o que necessito. É tudo que preciso aprender… desapego. Tá em tempo ainda”, escreveu ela num post na rede no fim de semana. “Seja o que Deus quiser”, registrou em outro.

A lista de crimes de Bolsonaro que Moro revelou, segundo criminalistas

(Foto: Allan Santos/PR)

Crimes de responsabilidade, falsidade ideológica, advocacia administrativa e até obstrução de Justiça. Estes são alguns dos crimes que, segundo criminalistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, pode ter cometido, caso comprovadas as acusações de Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública. Uma investigação já foi requerida pelo procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, após as declarações do ex-ministro Sergio Moro, que acusou Bolsonaro de interferência política na Polícia Federal para obter acesso a informações sigilosas.

O objetivo é apurar se foram cometidos os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra. Conforme os indícios apontados por Aras, tanto Bolsonaro quanto o próprio Moro serão alvos do inquérito. Um dos autores da peça jurídica do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff diz que, os fatos apurados sobre a petista eram, “de longe, menos graves”, do que as acusações de Moro contra o atual presidente. (Leia a matéria completa no Correio24horas)

Flávio Bolsonaro financiou prédios da milícia no Rio, diz site

Foto: Divulgação

O Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro teria financiado a construção de prédios ilegais da milícia do Rio de Janeiro com dinheiro público, do esquema de “rachadinha”, coletado no seu gabinete na Assembleia Legislativa do estado, quando ainda era deputado. A denúncia foi publicada neste sábado (25) pelo site The Intercept Brasil, que teve acesso a documentos sigilosos sobre o caso do Ministério Público.

O avanço nas investigações do caso teria sido um dos motivos para a pressão de Bolsonaro para que Sergio Moro trocasse o comando da Polícia Federal tanto no Rio quanto em Brasília. Moro se demitiu ontem do cargo, citando interferência política de Bolsonaro na polícia. O agora ex-ministro disse ontem que o presidente queria alguém para quem ele “pudesse ligar” para saber do andamento de investigações. Bolsonaro negou as acusações, mas afirmou em coletiva que esperava sim receber diariamente um relatório da PF e que contato com o primeiro escalão de pessoas ligadas a seus ministérios é normal. De acordo com o site, as investigações cruzaram informações bancárias de 86 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema para descobrir como ele funciona.

Flávio receberia o lucro do investimentos da edificações por meio de repasses do ex-capitão do Bope Adriano de Nóbrega, morto em fevereiro, e do ex-assessor Fábrício Queiroz. Este último foi citado ontem por Bolsonaro, que afirmou que o conhece desde a década de 1980. O esquema funcionaria assim: Flávio pagava os funcionários com a verba de gabinete na Alerj. Queiroz, que seria o articulador da rachadinha, confiscava em média 40% do que os servidores recebiam e repassava para Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do Escritório do Crime, uma das maiores milícias do Rio, que atua em Rio das Pedras e na Muzema. As duas favelas tiveram um grande boom de construções irregulares nos últimos anos. O lucro desses prédios, segundo as investigações, também era dividido por Flávio, considerado o financiador do esquema com dinheiro público.

O MP apurou que os repasses da rachadinha para o capitão Adriano aconteceia por meio des contas da sua mãe, Raimunda Vera Magaçhães, e da sua mulher, Dabielle da Costa Nóbrega. Ambas tinham cargos comissionados no gabinete do deputado na Alerj entre 2016 e 2017 e foram nomeadas por Queiroz. As investigações apontam que a mãe e a mulher de Adriano movimentaram ao menos R$ 1,1 milhão durante o período analisado. Elas teriam feito repasse de dinheiro para algumas empresas, entre elas dois restaurantes, uma loja de material de construção e três pequenas construtoras, que teriam sido registrados em nomes de “laranjas” do Escritório do Crime

Moro pede demissão e deixa governo Bolsonaro

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou a demissão nesta sexta-feira (24). O ex-juiz federal deixa a pasta após um ano e quatro meses no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro.

A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, indicado para o posto pelo agora ex-ministro. A Polícia Federal é vinculada à pasta da Justiça.

Ao anunciar a demissão, em pronunciamento na manhã desta sexta-feira no Ministério da Justiça, Moro afirmou que disse para Bolsonaro que não se opunha à troca de comando na PF, desde que o presidente lhe apresentasse uma razão para isso.

“Presidente, eu não tenho nenhum problema em troca do diretor, mas eu preciso de uma causa, [como, por exemplo], um erro grave”, disse Moro.

Moro disse ainda que o problema não é a troca em si, mas o motivo pelo qual Bolsonaro tomou a atitude. Segundo o agora ex-ministro, Bolsonaro quer “colher” informações dentro da PF, como relatórios de inteligência. (Leia mais no G1)

Moro pede demissão, mas Bolsonaro tenta reverter, diz jornal

(Foto:📸Carl de Souza/AFP)

O ministro da Justiça Sergio Moro pediu demissão do cargo nesta quinta-feira (23), depois de ser comunicado de uma troca que o presidente Jair Bolsonaro pretende fazer na diretoria-geral da Polícia Federal. Segundo a Folha de S. Paulo, Bolsonaro comunicou a mudança nesta quinta ao seu ministro, que não gostou. Agora, o presidente tenta reverter a decisão de Moro, para que ele siga no governo.

O jornal informou ainda que os ministros Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) foram escalados para convencer o ministro a recuar da decisão. Se Valeixo sair, Moro sairá junto, dizem aliados do ministro. A diretoria-geral hoje é ocupada por Maurício Valeixo, escolhido para o cargo pelo próprio Moro e apontado como seu homem de confiança.

Bolsonaro ameaça mudar o comando da PF desde o ano passado, querendo ter mais controle sobre a atuação da polícia. Moro deixou a carreira de juiz federal, na qual se destacou pela condução da Lava Jato, para virar ministro. Na época, chegou a dizer estar cansado de “tomar bola nas costas”. A promessa era de que Moro teria autonomia total no comando do ministério, mas desde então tem enfrentado vários embates com o presidente. Ainda segundo a Folha, a promessa de uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) ao “superministro” já está enfraquecida desde que as mensagens privadas trocadas entre ele e procuradores da Lava Jato foram divulgadas pela imprensa.(Relembre)



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