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:: ‘Mundo’

Governo federal já negocia aquisição de vacinas da Pfizer contra Covid-19

O governo federal já iniciou as tratativas para aquisição de uma nova opção de vacina contra o novo coronavírus: a produzida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa alemã de biotecnologia BioNTech.

As negociações estão sendo conduzidas pela Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia. O Ministério da Saúde também acompanha o assunto. Segundo fontes da equipe econômica, as conversas ainda estão em fase preliminar.

Em entrevista na quarta-feira (22) em Florianópolis, o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou que a Pfizer tinha entrado “no radar” do governo, depois que a Agência Nacional de Saúde (Anvisa) autorizou a farmacêutica a testar a vacina no Brasil.

No início da semana, o governo brasileiro também já tinha anunciado que está em negociações com o laboratório norte-americano Moderna para uma possível compra com prioridade da candidata à vacina desenvolvida pela empresa. Ainda não há, contudo, um acordo fechado.

Até agora, o único negócio fechado pelo governo federal foi para aquisição da vacina produzida pela Universidade Oxford em parceria com o conglomerado aglo-sueco AstraZeneca. O acordo prevê aquisição de pelo menos 30 milhões de doses este ano.

Paralelamente, o governo estadual de São Paulo também firmou acordo com a empresa chinesa SinoVac para desenvolvimento, em parceria com o Instituto Butantan, de uma outra vacina no Brasil. A vacina já começou a ser testada no país.

Fonte: CNN

Anvisa autoriza farmacêutica dos EUA a realizar ensaio clínico de vacina contra a Covid-19

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou que a empresa alemã BioNTech e a farmacêutica Pfizer realizem testes de uma vacina contra a Covid-19 no Brasil. A permissão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (21).

Esta é a terceira autorização concedida pela Anvisa para testes de vacinas da doença em humanos no país. Já são realizados estudos clínicos com as candidatas da Universidade de Oxford/AstraZeneca e da chinesa Sinovac – parceiras com a Fundação Oswaldo Cruz e com o Instituto Butantan, respectivamente.

Os testes estão a caminho da fase 2/3 (entenda mais abaixo) do Projeto Lightspeed, em que as empresas produzem a vacina chamada “BNT162”. De acordo com a publicação da Pfizer, o produto usa o RNA anti-viral para imunização ativa contra a Covid-19.

Além disso, a Pfizer informou que o estudo será conduzido em duas cidades brasileiras: em São Paulo, no CEPIC – Centro Paulista de Investigação Clínica; e na Bahia, na Instituição Obras Sociais Irmã Dulce. Leia mais no G1*

Naya Rivera, atriz de ‘Glee’, desaparece durante passeio de barco com filho de 4 anos

Foto : Imeh Akpanudosen/Getty Images

A atriz Naya Rivera, de 33 anos, está desaparecida desde a noite de ontem (8), quando sumiu durante um passeio de barco no Lago Piru, na Califórnia. A americana ficou conhecida por interpretar a personagem Santana na série de comédia musical Glee.

Naya alugou um barco por volta das 13h e saiu com seu filho de quatro anos para navegar. De acordo com o xerife do condado de Ventura, Eric Buschow, ela estava nadando com a criança no lago. O menino voltou para a embarcação, mas a mãe não o seguiu. O garoto foi encontrado dormindo sozinho na estrutura.

Equipes de resgate continuam as buscas pela atriz. Ainda segundo Buschow, mergulhadores participam hoje (9) das operações de buscas, que começaram ainda ontem, mas precisaram ser interrompidas pela noite. Fonte: Metro1

Vacina de Covid-19 funciona em testes e Pfizer pode produzir 1 bilhão de doses

Foto: Reprodução

A vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pela farmacêutica Pfizer, em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech, demonstrou bons resultados em testes com humanos. A vacina estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, informou a Exame.

No entanto, a vacina também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas.

Em testes iniciais, a vacina foi capaz de gerar anticorpos contra a Covid-19 e alguns deles chegaram a neutralizar o vírus, o que pode significar que é capaz de parar o funcionamento dele. De acordo com a reportagem, ainda não se sabe se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença. A Pfizer irá conduzir novos estudos em breve para provar que quem tomou a vacina é 50% menos vulnerável ao vírus.

TESTES
O estudo realizado foi randômico e testado em 45 voluntários que receberam três doses da vacina ou placebo. Destes, 12 receberam uma dose de 10 microgramas, outros 12 tomaram 30 microgramas, mais 12 receberam uma dose de 100 microgramas e nove foram tratados com a versão em placebo da vacina. A dose mais alta, de 100 microgramas, causou febre em metade dos participantes do teste — por conta dos efeitos colaterais, o grupo não recebeu uma segunda dose.

Depois de uma segunda dose da injeção três semanas depois da primeira, 8,3% dos participantes do grupo de 10 microgramas e 75% do grupo de 30 microgramas também tiveram febre. Outro sintoma apresentado foram distúrbios de sono. Os pesquisadores, no entanto, não consideraram os efeitos colaterais sérios e não resultaram em hospitalizações.

Vacina contra coronavírus será testada no Brasil

Foto: Reprodução

Algumas doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia serão testada em humanos também no Brasil.

Segundo a ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

A razão da escolha do Brasil se deve ao fato de a menor taxa circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento, o que torna mais difícil a avaliação da eficácia da imunização. A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.

A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas. (Com ás informações do Correio24hrs*)



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