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:: ‘Mundo’

Homem trans engravida pela quarta vez e divulga fotos do parto: ‘Precisamos normalizar’; veja imagens

Foto: Redes sociais/ Yuval Topper-Erez

O transsexual israelense Yuval Topper-Erez postou nas redes sociais o ensaio fotográfico do parto do seu terceiro filho. Ele explicou que pretende que a divulgação das fotos faça com que as pessoas vejam como normal quando pessoas trans e não-binárias dão à luz, além de ressaltar os benefícios do parto humanizado.

“Era minha quarta gravidez e eu estava esperando meu terceiro filho. Foi uma gravidez difícil, física e emocionalmente. […] Quando vi as fotos, subitamente tive a sensação de que elas precisavam estar lá fora, pois representam muito bem duas causas muito próximas ao meu coração: normalização do parto domiciliar e normalização de pessoas trans e não binárias que dão à luz”, escreveu no post. Yuval contou que já sofreu um aborto.

O nascimento aconteceu um ano antes da divulgação das fotos, em 8 de maio de 2019, no norte da Inglaterra. Duas parteiras e o esposo de Youval, Matan Topper-Erez, estavam no momento. “Nossos dois filhos mais velhos foram convidados a se juntar a nós para o nascimento, mas optaram por não acordar e vieram conhecer o novo bebê logo após o término do nascimento”, concluiu.

CONFIRA AS FOTOS

Fonte: Aratuonline

‘Vamos esquecer verão, Carnaval e shows até 2021’, prevê virologista que descobriu zika

Coordenador do Laboratório de Virologia da Universidade Federal da Bahia, o professor Gúbio Soares Campos previu um verão com certo grau de isolamento em 2021 devido a disseminação do coronavírus no estado. Para o pesquisador que descobriu o zika víru é melhor “esquecer” o calendário de festas e eventos com aglomerações até lá.

“Vamos esquecer réveillon, Carnaval e shows até 2021. Vamos ter que passar um verão com certo grau de isolamento para garantir que a circulação do vírus no mundo diminua. Aqui em Salvador, o vírus vai continuar circulando até dezembro”, disse Gúbio Soares em entrevista ao Isso é Bahia, de A Tarde e Bahia Notícias, desta sexta-feira (22).

O professor desenhou uma mudança de vida das pessoas durante a reabertura do comércio nos próximos meses. “As pessoas vão ter que usar máscara, os aviões terão menos cadeiras…”, descreveu. No mundo ainda não tínhamos visto um vírus que cause uma gripe e uma infecção respiratória dessa maneira”, ponderou.

“A população não tem ajudado ficando em casa e por isso estamos empurrando o pico da pandemia para o mês seguinte”, completou o pesquisador.

De acordo com ás informações do Bahia Notícias, O Brasil tem, até o momento, 310.087 casos confirmados de coronavírus, com 20.047 mortes. Já na Bahia, testes já apontaram a contaminação de 11.941 pessoas até o momento. Destas, 376 morreram.

Coronavírus pode acabar com dinheiro em papel

Foto: Alex Gottschalk/DeFodi Images via Getty Images

Há muito tempo, os habitantes da maior economia da Europa preferem usar dinheiro vivo para fazer compras, exceto as de maior valor. A aversão da Alemanha a pagamentos com cartão muitas vezes frustra os turistas, que podem ficar em uma situação difícil quando um restaurante não aceita cartões ou passar sede porque não têm dinheiro vivo para tomar uma bebida em uma loja de esquina. Boa parte da preferência da Alemanha por dinheiro vivo está enraizada no passado traumático e no colapso de várias moedas. Para quem morou na Alemanha Oriental (República Democrática Alemã) de 1949 a 1990, o estado de vigilância gerou desconfiança e criou um apego profundo ao anonimato que o dinheiro proporciona.

O país vinha lentamente alcançando seus vizinhos em relação ao uso de cartões para fazer compras em supermercados e outras lojas, e agora, com a propagação do coronavírus, avançou rapidamente para uma possível troca permanente do dinheiro vivo por cartões. (Sabia mais no portal Yahoo)

“Tranca Rua”: entenda por quê a tradução de ‘lockdown’ fortalece a intolerância religiosa

Assim que o “lockdown” começou a ser adotado, significando o fechamento de todo o comércio considerado não essencial, diversas brincadeiras surgiram nas redes sociais utilizando como tradução o termo religioso “Tranca Rua”. Alguns publicações, porém, foram consideradas como ofensa ao povo da Umbanda.

“Tranca Rua” é o nome de uma entidade espiritual  – um Exu  – que os adeptos da religião Umbandista acreditam ser o responsável por abrir e fechar caminhos. Segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha, pelo menos 2% dos brasileiros tem a Umbanda, Candomblé ou demais religiões afro-brasileiras como crença oficial. Na Bahia, somando essas religiões, são mais de 45 mil adeptos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Diante da banalização do termo religioso, a discussão sobre a tradução do lockdown ganhou bandeiras de ‘a favor’, ‘contra’ ou ‘indiferente’ na rede social. A Psicóloga Comportamental pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e umbandista, Samanta Cavalcanti, explica que fazer pouco caso de figuras respeitadas em crenças, além de ser culturalmente errado, é uma porta para fortalecer a intolerância religiosa no Brasil.

“As pessoas que desconhecem as matrizes africanas e seus desdobramentos já possuem um certo receio ao lidar com a realidade dessas crenças, sobretudo ao ouvir a palavra ‘Exu’. A falta de conhecimento religioso provoca o desrespeito e fomenta a intolerância religiosa já presente no país. Ao banalizar termos críveis de uma religião, como no caso do Tranca Rua, estamos assumindo que ela não tem valor em um nação laica”, explica. 

Somente no primeiro semestre do ano passado, o número de denúncias de intolerância religiosa subiu cerca de 56%, com predominância nas crenças da matriz africana, seguidas pela religião espírita, de acordo com dados do Disque 100 — Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

A psicóloga também atenta para o preconceito velado ao termo “Exu”, devido ao desconhecimento e “demonização” da matriz afro-brasileira. “O preconceito, em razão da ignorância, leva ao medo e o ataque dos que desconhecem as entidades religiosas. Não somente isso, o medo de Exu vem da exposição do nosso caráter, com as maldades e fragilidades inclusas. Isso acontece porque um Exu consegue desnudar uma pessoa de suas proteções, olhando no interior de cada um o que há de melhor e pior. O que não levamos em consideração, é que o autoconhecimento liberta nossas couraças e nos tornam livres para recomeçar”, elucida. Fonte: Aratu Online

Coronavírus: Reino Unido anuncia investimento bilionário em vacinas

(Divulgação)

O governo britânico vai investir mais R$1,5 bilhão em pesquisa e produção de vacinas para o combate ao novo coronavírus. O investimento em pesquisas será direcionado aos dois centros que são os candidatos mais avançados à descoberta da vacina no Reino Unido.

Os recursos estão divididos em R$ 588 milhões em apoio à pesquisa para a Universidade de Oxford e o Imperial College of London, que já têm vacinas candidatas em estágio de testes em seres humanos.

Outros R$ 651 milhões serão destinados para a implementação do Centro de Inovação e Produção de Vacinas (VMIC, na sigla em inglês), que pode começar a produzir vacinas em massa no segundo semestre de 2021. Além disso, outros R$ 266 milhões serão destinados para uma fábrica de implementação rápida, capaz de produção massiva de vacinas já no segundo semestre de 2020, até a inauguração do Centro.

A Universidade de Oxford, que deverá receber 65,5 milhões de libras, concluiu recentemente um acordo de licenciamento global com a farmacêutica britânica AstraZeneca, para comercialização e produção de uma possível vacina. Isso significa que, caso a vacina de Oxford seja bem-sucedida, a AstraZeneca deve disponibilizar até 30 milhões de doses para os britânicos até setembro de 2020. Além disso, o Imperial College of London receberá 18,5 milhões de libras para pesquisas, aumentando as chances de sucesso na busca por uma vacina para covid-19.

De acordo com governo britânico, o Reino Unido está se preparando para produção em massa da vacina, assim que ela estiver disponível. Para isso, será inaugurado no segundo semestre de 2021 o Centro de Inovação e Produção de Vacinas.

O investimento anunciado vai antecipar em 12 meses a inauguração da instalação, antes prevista para 2022. Até o momento, os setores público e privado do Reino Unido acumulam 201 milhões de libras para construir este centro, que ficará baseado no Harwell Science and Innovation Campus, na cidade de Oxfordshire.

A fábrica, que já está em construção, é um componente fundamental no programa britânico para a vacina do novo coronavírus e para garantir que, assim que estiver disponível, ela possa ser produzida rapidamente e em quantidades massivas. O VMIC também vai ser usado para produzir vacinas para outras doenças, como o vírus da gripe.



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