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:: ‘Destaque3’

Governador Rui Costa entrega encosta no bairro da Liberdade

Foto: Mateus Pereira/GOVBA

O governador Rui Costa (PT) entregou no bairro da Liberdade na manhã desta sexta-feira (19), a entrega da obra da encosta São José. O serviço executado pela Conder foi feito em uma área de 20 mil metros quadrados e mais de 500 metros de extensão.

Segundo o petista, foram investidos R$ 22 milhões na obra de contenção da encosta, que é a maior já realizada pelo governo da Bahia.

“A função dessa obra é salvar vidas humanas. Além da encosta, realizamos obras de infraestrutura no entorno, como escadarias; e pavimentamos ruas e acessos que eram muito precários. Peço desculpas à comunidade por, neste momento de pandemia, não podermos comemorar esta obra que tem um valor inestimável para os moradores”, disse o governador.

Acessos não autorizados a hospitais colocam pacientes em risco, diz Cremeb

(Reprodução)

O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) divulgou nota nesta quinta-feira (18) afirmando que o acesso não autorizado de pessoas a hospitais e postos de saúde pode colocar em risco profissionais e pacientes. Ontem, o deputado estadual Capitão Alden (PSL) foi acusado de invadir um hospital de campanha de combate à covid-19 em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.

Na nota, o Cremeb diz que as pessoas não familiarizadas com as normas que entrem sem autorização colocam em risco “a segurança dos profissionais e, principalmente, dos pacientes indefesos”. Também aumentam risco de transmissão de infecções, desrespeitam a privacidade dos pacientes e trazem “intraquilidade” em um momento delicado.

“O conselho, como órgão fiscalizador da prática médica, está atento e cumprindo com sua missão, levando aos demais órgãos competentes as não conformidades, como os Ministérios Públicos Federal e Estadual”, diz a nota. O controle de mau uso no Sistema Único de Saúde (SUS), diz, deve ser feito com “mecanismos legais”, destaca o conselho, que recomenda à população baiana “prudência e tranquilidade”, com união para enfrentar a pandemia.

Atos como o de ontem aumentaram desde que o presidente Jair Boslonaro (sem partido) pediu que as pessoas “deem um jeito” de entrar nos hospitais para verificar se há de fato doentes por covid-19 internados. Confira a matéria completa no Correio24hrs*.

Rede de atendimento multidisciplinar ajuda mulheres vítimas de violência doméstica na Bahia

(Reprodução/Instagram)

Com o objetivo de ajudar mulheres em situação de violência, o coletivo ‘Por todas Nós’ presta assistência jurídica voluntária, dando apoio necessário para que o processo de denúncia ocorra de forma segura, inclusive acompanhando a vítima até à delegacia.

Por causa da pandemia de coronavírus na Bahia e necessidade de isolamento social, muitas mulheres estão sofrendo violência doméstica e sem saber como denunciar os agressores.

Desde o final de abril, o número de denúncias de violência contra as mulheres cresceu 54% no estado. Por outro lado, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) informou que desde que começou o período de isolamento, houve redução nos casos de violência contra a mulher.

O conflito dos dados demonstra falta de acesso das mulheres aos locais e formas de denúncia neste período de pandemia. Por isso surgiu o projeto ‘Por todas Nós’. A advogada Naiaringred Ribas conta que a ideia surgiu em Cruz das Almas, onde trabalha e já atendia alguns casos de violência doméstica.

“Eu já atendia alguns casos. Porém diante do crescimento dos casos, em virtude da pandemia da Covid-19, fez-se necessário uma iniciativa para ajudar as vítimas a terem força suficiente para denunciar”, explica.

Atualmente, a rede conta com 20 voluntárias, entre advogadas, assistentes sociais e psicólogas, atuando nas cidades de Cruz das Almas, Salvador, Santo Antônio de Jesus e Feira de Santana.

O grupo presta ajuda para mulheres vítimas de violência doméstica para que elas possam denunciar os agressores e sair da situação de relacionamento abusivo.

É possível entrar em contato através do Instagram, do WhatsApp (75.98246-9406) ou por email (portodasnosprojeto@gmail.com).

Fonte: G1

Possibilidade de cancelamento do carnaval afetaria cadeia produtiva e provocaria impacto bilionário de receita gerada com turismo

Artistas, blocos e camarotes que ajudam a fazer o carnaval de Salvador estão apreensivos com a possibilidade de não realização da festa em 2021 por causa da pandemia do coronavírus.

O alerta já foi feito tanto pelo governador Rui Costa quanto pelo prefeito ACM Neto em entrevistas recentes. Nos bastidores, os setores que organizam o carnaval da capital baiana dão como certo de que a festa não poderá ser realizada.

O Camarote Salvador, por exemplo, um dos mais famosos e luxuosos do circuito de Ondina, já divulgou a política de cancelamento e devolução dos pacotes comprados, apesar das vendas ainda estarem disponíveis.

Em entrevista ao G1, Reinaldo Santos, que é vice-presidente do Conselho Municipal do Carnaval e Outras Festas Populares (Comcar), afirmou que dificilmente a festa vai acontecer.

“O que a gente está vendo é que o problema da pandemia não vai permitir a execução do carnaval. É a mesma posição de Rio de Janeiro, São Paulo e os estados que fazem o carnaval mais ativamente, como aqui”, disse.

O Comcar é o colegiado instituído por lei para regular o carnaval e outras festas populares em Salvador.

Sem o carnaval, mais de R$ 1 bilhão deve deixar de circular em Salvador, se comparado com os números que a festa gerou em 2020. [Sabia mais no G1]

Governo retira R$ 83 milhões do Bolsa Família e destina à comunicação

Foto: Divulgação

Uma portaria publicada nesta quinta-feira (4), no Diário Oficial da União, suspende o repasse de R$ 83 milhões ao programa Bolsa Família e destina os valores para a comunicação institucional do governo federal. De acordo com o texto da medida, a suspensão da verba atinge diretamente famílias de baixa renda do Nordeste.

A decisão é assinada pelo Secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior. A medida, que ocorre em meio à pandemia de coronavírus, atinge diretamente pessoas mais pobres.

O governo oferece, em meio a diversos problemas de avaliação e de pagamentos, um auxílio emergencial de R$ 600. No entanto, essa ajuda é temporária, devendo ser prorrogada por apenas dois meses e com valores reduzidos. De acordo com, Correio tentou contato com o Ministério da Economia, mas não teve retorno até a última atualização desta matéria. [Saiba mais no link]





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