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:: ‘Destaque3’

Após novas indiretas, Mandetta cobra ‘fala única’ de Bolsonaro sobre covid-19

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, diminuiu o tom em entrevista ao Fantástico que foi ao ar na noite de ontem. Após constantes confrontos com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta disse que o presidente olha pelo lado da economia, mas espera que haja uma “fala unificada e o fim da dubiedade”.

No entendimento do ministro, as orientações divergentes entre ele e Bolsonaro levam o “brasileiro a uma dubiedade, não sabe se escuta o ministro ou se escuta o presidente”, disse. Mandetta, no entanto, mantém o discurso pelo isolamento enquanto Bolsonaro desrespeita as medidas propostas pelo ministro e pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Para o colunista do UOL Josias de Souza, “Mandetta parece prever que a retórica de Bolsonaro, já meio cambaleante, logo ficará perneta, pois o pior está por vir” com a previsão de meses duros em maio e junho.

Durante a Páscoa, por exemplo, Bolsonaro causou aglomerações ao visitar obras, ir à padaria, abraçar pessoas e não usar máscara.

Segundo dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 99 mortes nas últimas 24 horas e chegou a 1.224 óbitos. O número de casos oficiais já atinge 22.169.

Colbert prorroga fechamento do comércio por mais uma semana em Feira de Santana

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), anunciou na manhã desta segunda-feira (13), que decidiu prorrogar o fechamento do comércio por mais uma semana por conta do avanço da pandemia do novo coronavírus. Com mais de 40 casos confirmados, a cidade teve um aumento no número de infectados na última semana.

“O mundo enfrenta uma de suas maiores crises na saúde em decorrência do novo coronavírus. Nossa cidade teve um grande aumento dos casos na última semana. Por isso decidi, mais uma vez, prorrogar o fechamento do comércio por mais uma semana, mantendo só os serviços essenciais”, afirmou.

Homem mata companheira e depois comete suicídio


Um homem matou a companheira com tiro de arma de fogo tipo revólver e depois cometeu suicídio no bairro Jardim das Oliveiras, no Setor W3 na Avenida Principal do bairro em Luis Eduardo Magalhães. Na manhã deste domingo (12).
As vítimas são, Cantidio da Silva Santos de 31 anos, natural de Irecê-BA, e Elizângela Bezerra Moreira de 35 anos, natural de Ipueiras-CE.

De acordo informações do Blog do Braga, há um mês e 7 dias atrás um elemento estelionatário pegou o carro do casal pra testar e posteriormente comprar, levou o veículo, mas Elizângela prestou queixa na delegacia e conseguiu recuperar o mesmo, em seguida vendeu o veículo com objetivo de pagar as passagens pra irem embora cuidar da mãe dela no Ceará, mas o marido desistiu de ir e disse que se ela fosse embora que ele a matava.

Ainda segundo informações, ele pegou o dinheiro da venda do carro escondido e conseguiu comprar um revólver calibre 38 e pela manhã de hoje, Cantidio resolveu cometer o pior, pegou a arma municiada e cometeu feminicídio atirando na cabeça da companheira e posteriormente se suicidou atirando contra sua própria boca.

O homem ainda estava com os sinais vitais até a chegada do SAMU que tentou socorrê-lo. Mas não resistiu aos ferimentos vindo a óbito dentro de casa. O SAMU constatou os dois óbitos.

Maragogipe: Acidente entre carro e moto deixa vítima fatal

Foto: Diário da Notícia

Um acidente entre um carro e uma motocicleta aconteceu na manhã desta última Sexta-Feira da Paixão (10), na BR 420, imediações do distrito de Coqueiros, em Maragogipe, no Recôncavo Baiano.

De acordo com informações obtidas pelo site Diário da Notícia, o acidente deixou uma vítima fatal. O motociclista, identificado como Vitor Bernardes, que vinha sentido Maragogipe, morreu no momento da colisão. Ainda conforme as informações, os ocupantes do veículo não sofreram ferimentos graves. O carro estava indo sentido à cidade de São Félix.

Foto: Diário da Notícia

Testes rápidos para diagnosticar coronavírus são enviados a mais de 60 municípios

Foto: Divulgação/SES

Mais de 60 municípios da Bahia, onde o coronavírus foram identificados, já receberam os testes rápidos para diagnosticar a doença. A informação foi revelada neste sábado (11) pela Secretária de Saúde da Bahia (Sesab)

A Bahia recebeu 31 mil testes adquiridos pelo Governo Federal e serão voltados para os trabalhadores das áreas de segurança pública e saúde, bem como para as pessoas que residam no mesmo domicílio dos profissionais e estejam com quadro gripal. O estado solicitou a ampliação desse público alvo, mas o pleito não foi atendido neste primeiro momento por questões operacionais.

“A Bahia solicitou a ampliação desse público-alvo, mas o acréscimo de outros grupos populacionais está subordinado à capacidade operacional de produção, aquisição e distribuição do Ministério da Saúde”, disse Fábio Vilas-Boas, secretário de Saúde do Estado.

Diretor de atenção básica da Sesab, Cristiano Sóster explicou como serão feitos os testes.

“A lógica que o Ministério da Saúde está utilizando é a de que o profissional da Segurança Pública vai ficar de quarentena e, 72 horas após o desaparecimento dos sintomas, o teste será aplicado para sabermos se ele está curado ou não, a fim que de ele possa voltar à atividade sem contaminar ninguém”, afirmou o diretor.

O resultado é verificado após 15 minutos da realização do teste. Além disso, o exame deve ser realizado respeitando duas condições: em profissionais de saúde e segurança pública, eles devem ter o mínimo de sete dias completos desde o início dos sintomas de Síndrome Gripal e mínimo de 72 horas assintomático; no caso das pessoas com diagnóstico de Síndrome Gripal que resida no mesmo domicílio de um profissional de saúde ou segurança em atividade, ela deve possuir o mínimo de sete dias completos desde o início dos sintomas do quadro gripal.

Projeto de lei que obriga empresas a dar máscaras a funcionários é aprovado

Foto: Divulgação

Foi aprovado por unanimidade pelos deputados baianos, durante sessão virtual realizada neste sábado (11), o projeto de lei que obriga todas as empresas do estado que permanecem em funcionamento durante a quarentena da Covid-19 a fornecer gratuitamente máscaras para os funcionários.

Segundo informações da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), O projeto de lei também obriga a implantação de ponto de água corrente, com sabão, e uso do álcool em gel com teor de 70% nas empresas.

Além da aprovação do projeto, foi convocada para as 9h30 de terça-feira (14) uma sessão conjunta das comissões, para discussão e apreciação do Projeto de Lei 23.814/2020, que fixa em dez salários mínimos as chamadas “obrigações de pequeno valor”, que deverão ser pagas pelo governo – após o processo judicial ser finalizado – em até 90 dias, sem parcelamentos, fracionamentos, ou expedição de precatórios.

STF proíbe governo federal de derrubar decretos estaduais sobre isolamento

Foto: Max Haack/ Secom PMS

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou Governadores e prefeitos a adotarem medidas de isolamento social no combate ao novo coronavírus (Covid-19), mesmo que o governo federal determinem o contrário.

A decisão da Corte, assinada pelo ministro Alexandre Moraes e despachada na quarta-feira (8), atende a uma ação apresentada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que pediu ainda que o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), fosse obrigado a seguir as recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e não interferisse no trabalho técnico do Ministério da Saúde, chefiado por Luiz Henrique Mandetta.

O ministro entendeu que existe uma “grave divergência de posicionamentos entre autoridades de níveis federativos diversos e, inclusive, entre autoridades federais componentes do mesmo nível de governo, acarretando insegurança, intranquilidade e justificado receio em toda a sociedade”.

Governador da Bahia, Rui Costa (PT) comemorou a decisão do STF de dar autonomia aos estados e municípios para combater o vírus.  “Que seja o fim desta guerra judicial. Que seja feito o que é recomendado pela #OMS. Agora, vamos focar na única guerra que interessa, que é contra o #coronavírus“, escreveu em seu perfil no Twitter, na manhã desta quinta (9).

Preço dos alimentos acelera após coronavírus, diz IBGE

O preço dos alimentos disparou em março, fechando o mês em alta de 1,13%, contra 0,22% registrado em fevereiro, informou nesta quinta (9) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os aumentos ocorrem em um momento de dificuldades para famílias afetadas pela crise do coronavírus.

Segundo o IBGE, os maiores aumentos se deram em produtos relacionados à alimentação em domicílio, como cenoura (20,39%), cebola (20,31%), tomate (15,74%), batata-inglesa (8,16%) e ovo de galinha (4,67%). No geral, alimentos usados para refeições em casa aumentaram 1,40% no mês.

Foram responsáveis por manter a inflação no terreno positivo, apesar da queda dos preços dos combustíveis e das passagens aéreas. Em março, o IPCA, índice oficial de inflação do país, ficou em 0,07%, contra 0,25% do mês anterior. Foi o menor índice para março desde o Plano Real.

O grupo Alimentos teve impacto de 0,22 ponto percentual na inflação de março. “Os números sugerem que as pessoas estão comprando mais para comer em casa, o que indica que não estão saindo para comer” , disse o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

O custo da alimentação em domicílio teve a maior alta desde dezembro de 2019, quando o preço da carne bovina disparou.

Após os primeiros aumentos, supermercados jogaram a responsabilidade nos fornecedores. A Abras (Associação Brasileira dos Supermercados) falou em “elevações injustificadas de preços” e diz hoje trabalhar com a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) para evitar aumentos abusivos.

No Rio, sindicatos ligados aos comerciantes chegaram a divulgar uma “carta de esclarecimento” responsabilizando os produtores por retirar descontos nos preços quando os estoques começaram a cair após aumento na procura no início das medidas de isolamento social.

Economistas afirmam que a elevada procura teve impacto nos primeiros momentos da crise, mas esperam que os preços se ajustem com a normalização da demanda após a corrida aos supermercados no fim de março.

Naquele momento, diz levantamento feito na semana passada pelo economista da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Andre Braz, houve aumento em diversos itens da cesta básica, como tomate (13,34%), ovo (9,04%) e batata inglesa (5,20%).

“Além do aumento da demanda, pois todas as refeições estão sendo feitas em residência, houve aumento da estocagem, por receio de que o vírus se propague mais e expanda o período de confinamento social”, analisou o economista André Braz, da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Especialista em preços no atacado, o consultor Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócios, acha, porém, que a pressão ainda não acabou e que os preços devem subir mais antes de voltar à normalidade. “O varejo assumiu parte da alta até agora, colocando estoques em um valor mais baixo”, diz.

“Quando a reposição vier, ainda veremos novos aumentos. Vai piorar antes de melhorar”, completa. Segundo dados compilados por ele, o preço do feijão no atacado acumula alta de 71,1% em 30 dias, o trigo subiu 13,6% e o arroz, 7,6%. O café tem aumento acumulado de 6,9% no período.

Responsável por garantir a regularidade do abastecimento e por apoiar os produtores, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) diz que alguns aumentos são provocados por questões climáticas, como as chuvas na principal região produtora de cenouras no país.

No caso do feijão, diz o presidente da estatal, Guilherme Bastos, o produto sofre com a alta demanda em um momento de quebra de safra. Já o arroz tem produção muito próxima do consumo, o que ajudou a elevar os preços com o aumento da procura.

“Outros produtos, como frutas e hortaliças, vêm em tendência de baixa, com menor demanda de restaurantes e restrições a feiras livres após o início das medidas de isolamento social. Mas, de maneira geral, as centrais não têm nos reportado nenhuma ruptura no fornecimento.”

Bastos também espera menos pressão sobre os preços nos próximos meses. Dados da Conab apontam, por exemplo, que a proximidade com a segunda safra do feijão já reverteu a curva de alta dos preços em algumas praças na última semana.

Ainda assim, considerando a variação acumulada do ano, o produto já subiu até 60%, no caso do Paraná. Em São Paulo, o aumento acumulado é de 52%.

Procurada, a Abia (Associação Brasileira da Indústria do Alimento) disse em nota apenas que não discute preços, “uma vez que as negociações entre as empresas do setor e as cadeias de varejo contextualizam-se em um cenário de livre mercado”.

Na ponta negativa da inflação de março, todos os combustíveis apresentaram retração: etanol (-2,82%), óleo diesel (-2,55%), gasolina (-1,75%) e gás veicular (-0,78%). As passagens aéreas também tiveram queda, de 16,75%. Assim, o grupo Transportes caiu 0,90%.

No acumulado do ano, o IPCA soma 0,53%. Em 12 meses, 3,30%, abaixo da meta estabelecida pelo governo, de 4%.

Na semana passada, economistas ouvidos pelo relatório Focus, do Banco Central, reduziram para 2,72% a projeção do IPCA para o ano, diante da expectativa de fortes impactos econômicos da crise gerada pela pandemia do coronavírus. A estimativa anterior era de 2,94%. Fonte: Bahia Notícias



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