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:: ‘Destaque1’

‘Número de mortes por coronavírus tem diminuído na Bahia’, diz secretário de Saúde

Foto: Marcelo Chello/CJPress/Estadão Conteúdo

O quantitativo de óbitos de pacientes com diagnóstico positivo de coronavírus (Covid-19) vem caindo na Bahia. Esta é a análise da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) ao observar a data de ocorrência, ou seja, o dia que efetivamente houve o falecimento, ao invés do dia que ocorreu a notificação para os sistemas oficiais.

De acordo com o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, a discrepância entre a data de ocorrência e a notificação é fruto de diversas situações. “A existência de registros tardios ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus”, explicou Vilas-Boas.
Outro aspecto é a taxa de letalidade, cujo índice é calculado tendo como base o número de óbitos em comparação com a quantidade de casos confirmados de infecção pela Covid-19. A Bahia possui uma das menores taxas de letalidade do Brasil, ocupando a 22 ª colocação dentre todos os estados do país, abaixo até da média nacional. Também é o menor indicador dentre os estados nordestinos.

Por sua vez, o número total de leitos de UTI Covid ocupados em toda a Bahia vem reduzindo progressivamente. Os dados completos estão disponíveis nos boletins epidemiológicos, em www.saude.ba.gov.br/coronavirus. Os interessados também podem fazer o download da base de dados completa no link.


Fonte: Ascom/Sesab

Projeto de lei pretende diminuir feriados prolongados no Brasil

Um projeto de lei já aprovado pelo Senado e que tramita com urgência na Câmara dos Deputados visa diminuir o número de feriados com quatro dias.

O PL 3797, de autoria do senador Dário Berger (MDB-SC), pretende antecipar para a segunda-feira as datas comemorativas nacionais que caiam em outros dias úteis.

Nos anos 80 isso já acontecia, época que o então presidente José Sarney assinou uma lei que transferia as folgas para segunda. A medida foi revogada em 1990.

O projeto de Berger é de 2016, porém, desde o início da pandemia, surgiram várias outras propostas para mudar feriados. Em junho, o PL passou a tramitar com urgência.

O objetivo por trás das iniciativas é aumentar o número de dias úteis e, assim, ampliar a produtividade, o que pode ajudar a contornar a crise.

De acordo com Beto Pereira (PSDB-MS), provável relator do projeto na Câmara, cada dia útil corresponde a 0,4% do PIB (Produto Interno Bruto) anual do país. “Dois dias a mais de trabalho resultariam em quase 1% a mais de produtividade”, diz.

O projeto que aguarda votação na Câmara deixa de fora vários feriados, cujas datas não seriam alteradas. Além de Natal e Ano-Novo, não haveria mudança para Carnaval, Sexta-Feira Santa, Dia do Trabalhador, Corpus Christi, Independência do Brasil e Nossa Senhora Aparecida.

As exceções são mais generosas do que na antiga lei do governo Sarney, que no início excluía apenas Natal, Ano-Novo e Sexta-Feira Santa.

Se aprovada, a lei deve afetar o setor do turismo, que tem nos feriadões seu momento de maior ocupação.

O deputado Beto Pereira planeja apresentar seu relatório em 20 dias. A lei tem, então, que ser aprovada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Caso isso aconteça, deve voltar ao Senado e seguir para sanção presidencial.

Fonte: Atarde

Família procura por adolescente de 16 anos que desapareceu no bairro de Sussuarana, em Salvador

A jovem Jennifer Ribeiro Mendes da Silva, de 16 anos, está desaparecida desde o sábado (1º), onde foi vista pela última vez no bairro de Sussuarana, em Salvador. De acordo com a família, ela desapareceu quando saía da casa da avó, com destino à casa onde morava.

De acordo com Jackson Mendes, pai de Jennifer, ela estava sozinha quando desapareceu.

“Ela saiu no sábado da casa da avó, que é em Sussuarana, com destino para casa da mãe, no bairro de Sete de Abril. Depois disso, ela não foi mais vista. A avó disse que ela saiu da casa sozinha. Até o momento, não chegou para mim nenhuma informação sobre minha filha”, contou.

Ele disse que a família percebeu o desaparecimento porque a jovem fazia o percurso com frequência e sempre havia comunicação.

“Existia essa rotina simples. Quando ela saía da casa da avó, fazia esse caminho, havia comunicação. A mãe sempre ligava para a avó. Foi feito isso dessa vez também [quando percebeu o desaparecimento]. A avó disse que não levou ela até o ponto de ônibus dessa vez”, completou.

O caso foi registrado Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Quem tiver informações sobre Jennifer pode ligar para (71) 99631-6538.

Prefeito fecha cidade e impede entrada de mercadorias em Muritiba

De um lado, supermercados farmácias e outros serviços essenciais autorizados a funcionar durante todo o dia – ainda que com horário reduzido. Do outro, fronteiras da cidade fechadas e caminhões carregados de mercadorias impedidos de entrar. Os cenários opostos são a realidade de uma mesma cidade. Em Muritiba, na região do Recôncavo, uma barreira instalada pela prefeitura desde o último domingo tem impedido a entrada de não moradores, inclusive de pessoas que levam mercadorias essenciais, como remédios e alimentos perecíveis, o que deixa preocupados comerciantes e cidadãos.

“Foi decretada a barreira, mas a cidade não foi fechada. Assim, as mercadorias não podem entrar. Não adianta deixar a cidade aberta e não ter o que vender. Tem mercadoria que você não pode fazer estoque, tem que abastecer toda semana, verdura, carne… Está sendo muito complicado trabalhar, para a gente atender o cliente”, conta o comerciário Antônio Sérgio Santos, gerente de um mercado do município.

A barreira instalada nos limites de Muritiba permite apenas o acesso de moradores e abre exceção para profissionais da área de saúde, veículos oficiais e ambulâncias, e funcionários públicos no exercício da função, além de pessoas que precisem de atendimento médico.

Procurada pelo CORREIO, a prefeitura do município informou que esta é a primeira vez desde o início da pandemia do novo coronavírus que a cidade passa por medidas mais duras. Isto porque, os municípios vizinhos, Cachoeira e São Félix, tiveram aumento expressivo no número de casos e foi necessário decretar medidas mais severas de isolamento. “Muritiba tem sido exemplo e modelo no combate ao coronavírus. Somos a cidade do Recôncavo com o menor número de casos ativos, um para cada mil habitantes. Cidades muito próximas estão com a situação mais delicada, ficamos com receio de que isso gerasse um fluxo muito grande de pessoas vindo para cá”, declarou a prefeitura através de sua assessoria.

Sobre o risco de desabastecimento na cidade, a administração municipal afirma que o tempo de duração do fechamento não será suficiente para causar falta de mercadorias ou alta de preços. As divisas seguem fechadas acompanhando os decretos das cidades vizinhas que estão com medidas mais restritivas até o domingo (2/8).

“Muritiba é uma cidade pequena e não tem como já estar desabastecida. Todos os comerciantes podem ir na barreira buscar suas mercadorias, e é o que têm acontecido. Essa medida não é algo para durar para sempre, que vai sufocar ou deixar o estoque da cidade prejudicado. É emergencial e que acompanha as medidas de lockdown das cidades vizinhas”, explicou o coordenador de comunicação da prefeitura, Rodrigo Valverde.

Falta estoque
Questionado sobre a possibilidade do fechamento perdurar caso os decretos dos municipios próximos sejam prorrogados, Valverde afirmou que ainda não há nada decidido.

Para os comerciantes, a opção de ir retirar as mercadorias na barreira de entrada não é uma alternativa viável. “Você pode ir na barreira buscar, mas isso é muito complicado, é uma infraestrutura que a gente em cidade de interior não tem. Pra toda hora ficar mandando gente na barreira para buscar mercadoria, é um transtorno muito grande. Tivemos que ir todo dia na barreira para não deixar faltar mercadoria para o cliente, e isso significa deslocar três, quatro, funcionários cada vez que vamos lá”, conta António Sérgio.

A necessidade de se deslocar para retirar a mercadoria está ainda, segundo os comerciantes, colocando em risco os funcionários. “A entrada está bloqueada inclusive para produtos essenciais, remédios, alimentos, produtos perecíveis que não dá para estocar. É um absurdo. Todo caminhão que chega acaba ficando lá parado e a gente tem que dar um jeito de ir buscar. Isso está, inclusive, gerando aglomeração, porque vai juntando um monte de carro lá, muita gente buscando suas mercadorias.

O efeito acaba sendo contrário”, contou um outro gerente de supermercado, que
pediu para não ser identificado na reportagem.

Quem precisa comprar as mercadorias, no entanto, acredita que o tempo da medida faz com que o bloqueio não represente qualquer impacto no cotidiano. “Aqui é uma cidade pequena, mesmo sem barreira não temos muito movimento. Então, não falta nada para a gente, ainda mais sendo só por uma semana como eles estão divulgando”, acredita o professor de educação física Igor Feitas, morador de Muritiba.

“As barreiras são uma medida importante para a cidade. O trabalho mais importante é o de conscientizar as pessoas sobre a necessidade de não sair, mas nesse momento, as barreiras são necessárias principalmente com uma comunicação com as cidades vizinhas como a gente vê que tá acontecendo”, acrescenta a fonoaudióloga Josane Albergaria, também moradora.

Freitas, no entanto, entende que a medida afeta diretamente os comerciantes e apoia uma solução alternativa. “A barreira é uma medida corretíssima. É claro que poderia ter um esquema diferente para não prejudicar o comércio. Mas o controle é necessário”.

Fonte: Correio24hs*

RJ tem primeiro local de atendimento para vítimas de intolerância religiosa

Imagem: Marcelo de Jesus/UOL

“Pelo amor que há na fé: eu respeito o seu amém e você respeita o meu axé”. Foi com versos de tolerância as religiões no samba enredo que a escola Grande Rio conquistou o segundo lugar no Carnaval 2020. E no mesmo estado do Rio de Janeiro foi inaugurado o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Intolerância Religiosa (Navir), na cidade de Nova Iguaçu. O espaço vai atender pessoas vítimas de preconceito religioso, oferecendo atendimento psicológico e assistencial, além de orientações jurídicas.

O núcleo ainda atuará na prevenção e no combate dessas violações de direitos, principalmente nas áreas em que há templos de religiões de matriz africana. A ideia é criar um banco de dados para que os casos e os boletins de ocorrência em delegacias sejam acompanhados com mais eficácia e também um memorial com utensílios sagrados de templos destruídos.

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), são aproximadamente 200 templos religiosos que correm risco de ataques na Baixada Fluminense. Só ano passado foram 132 violações aos templos no estado do Rio de Janeiro. Desses, 102 foram templos de matriz africana e 15 na região em que o Navir atua. Religiões como o catolicismo, protestantismo, rituais wicca e ecumenismo tiveram um registro cada uma, de acordo com dados da Superintendência de Igualdade Racial e Diversidade Religiosa.

O local é o primeiro núcleo do gênero no Brasil, segundo a Coordenadoria de Promoção da Liberdade Religiosa da SEDSDH. A Prefeitura de Nova Iguaçu e o governo do estado assinaram um termo de cooperação para abrir o núcleo, que já está funcionando desde 17 de fevereiro no centro da cidade. O horário de funcionamento é das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.

“As pessoas vítimas de intolerância vão se sentir mais seguras e estimuladas a fazer as denúncias. Agora temos uma voz na Baixada. Já fui ameaçado e agora estou vendo um resultado positivo”, disse Roberto Braga ao jornal O Dia. Ele é sacerdote do candomblé de angola na cidade há 34 anos.

Fonte: Uol



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