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:: ‘Brasil’

61% dos baianos querem adiamento das eleições municipais, diz pesquisa

Foto: Divulgação / Tecnoblog

A maioria dos baianos é favorável ao adiamento das eleições em virtude da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a terceira rodada da pesquisa A TARDE/DataPoder360, 61% acham que o pleito deve ser postergado para novembro ou dezembro, enquanto 20% que acreditam que ela precisa ser mantida.

Em Salvador, os números são parecidos. 59% dos soteropolitanos querem o adiamento, enquanto 16% é contra a mudança da data por causa da doença.

O adiamento tem maior adesão entre apoio nas mulheres (5%), pessoas com idades entre 25 e 44 anos e 45 e 59 anos (17%, ambas as faixas etárias), quem possui até o ensino médio (16%) e com renda acima dos 10 mínimos (31%).

Por outro lado, a manutenção da data das eleições conta com adesão maior entre homens (31%), pessoas entre 45 e 59 anos (23%), com renda média acima de 10 salários mínimos (31%) e não escolarizados (62%). O adiamento para novembro ou dezembro é mais aceito entre mulheres (71%), idosos (70%), pessoas com ensino superior (66%) e quem tem renda entre 5 e 10 salários mínimos (71%).

O levantamento ouviu 2.500 pessoas em 200 municípios baianos, entre os dias 11 e 13 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. Em Salvador, a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais; o intervalo de confiança, de 95%.

O adiamento das eleições municipais se tornou pauta em virtude do avanço da pandemia no país. O fato de eleitores se aglomerarem nos colégios eleitorais é o ponto que pode representar perigo em um momento que se deve evitar aglomerações. (Bahia Notícias)

Bahia tem 8.314 casos confirmados de coronavírus e 286 mortes

(Shutterstock)

A Bahia registrou neste sábado (16) 8.314 casos confirmados de covid-19. Os dados foram divulgados às 20h22 pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). A boa notícia, de acordo com o boletim, é que já são 2.151 pacientes recuperados. Mas o estado registrou, em contrapartida, 286 mortes.

A Sesab informou ainda que 5.877 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da covid-19, o que são chamados de casos ativos.

No boletim, a secretaria informa que, a partir de agora, todos os casos lançados nos sistemas ministeriais serão integrados pelo sistema desenvolvido na Bahia, incluindo as notificações de síndromes gripais. “O resultado será uma mudança para cima no patamar de casos notificados, que refletirão não mais apenas os casos confirmados laboratorialmente, mas também todos os casos confirmados por critério clínicos, testes rápidos e testes realizados em unidades privadas”, informa nota.

Óbitos
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) contabilizou 286 mortes pelo novo coronavírus. Estes números são referentes a todos os registros de janeiro até as 18h desta sábado (16). (Confira os perfis das últimas mortes no Correio24hrs*)

Inquérito da facada envolveu ‘sósias’ de Adélio e fake news

Foto: Reprodução / G1

A investigação da Polícia Federal que descartou pela segunda vez a existência de mandante da facada no então presidenciável Jair Bolsonaro localizou até dois homens confundidos com o verdadeiro autor do crime, Adélio Bispo de Oliveira.

O trabalho da corporação, descrito pelo delegado Rodrigo Morais no relatório do inquérito como técnico, criterioso e minucioso, contrariou a versão que o presidente da República e seus aliados têm difundido -a de que o esfaqueador agiu a mando de terceiros e não sozinho, como a PF concluiu.

O relatório parcial, apresentado na quinta-feira (14), narra em detalhes os passos da apuração, a segunda aberta sobre o ataque durante a campanha de 2018, em Juiz de Fora (MG). Adélio, declarado inimputável por ter doença mental, cumpre medida de segurança no presídio federal de Campo Grande (MS).

Os agentes chegaram aos dois “sósias” após dicas sobre o passado do autor –das várias que receberam– que poderiam ajudar na descoberta de eventuais pessoas por trás da tentativa de assassinato. Como tantas outras pistas, essas também se revelaram falsas.

Uma delas surgiu em uma carta anônima, enviada à PF, dando conta de que Adélio teria sido visto em Luminárias (MG) por volta de abril de 2018. Como havia o interesse de identificar os lugares percorridos pelo autor e pessoas com quem teve contato, os investigadores foram à cidade.

A riqueza de detalhes da carta, com dados de hotel e veículos, chamou a atenção. Só que os policiais concluíram se tratar de outro homem que esteve hospedado no município no mesmo período. “A confusão foi justificada, dada a semelhança física entre ambos”, disse o delegado no relatório.

Outro suposto rastro de Adélio chegou à PF por meio do Ministério da Educação, que reencaminhou uma denúncia recebida pela pasta. O relato avisava que um primo de Adélio, que teria se encontrado com ele pouco antes do crime, estava trabalhando como segurança em Juiz de Fora.

O material narrava ainda que o tal homem tinha a fama de pertencer a uma família perigosa e que corria na cidade o alerta de que era “para tomar cuidado com ele”.

E lá foram os agentes identificar os citados e interrogá-los. A denúncia se mostrou, em parte, promissora. Locais e referências confirmavam todos os indícios. Não fosse por um detalhe: o suposto primo não conhece o homem que tentou matar Bolsonaro nem possui parentesco com ele.

O rumor surgiu porque o homem também é do norte de Minas, assim como Adélio, que nasceu em Montes Claros. Por causa da origem e da aparência semelhante, colegas começaram a brincar que ele era primo do autor, e a história acabou tomando uma proporção inimaginável.

Segundo o delegado do caso, isso tudo era esperado, dado o aspecto inusitado e inédito do atentado.

“É natural e compreensivo que haja um despertar imaginativo na população, voltado, sempre, às mais diversas teorias de cunho conspiratório, construídas com base em narrativas críveis, porém nem sempre reais ou verdadeiras.”

Morais afirmou que chegaram inúmeras informações sobre envolvimento de terceiros e relação com outros crimes. Algumas, como as que levaram à descoberta dos sósias, foram checadas. Outras, prontamente descartadas, caíram na categoria de fake news.

Parte dessas teorias, difundidas principalmente em redes sociais, envolveu pessoas que nada têm a ver com o crime e acabaram prejudicadas.

Apoiadores do então candidato à Presidência que aparecem em imagens da passeata em Juiz de Fora, por exemplo, foram apontados como cúmplices do criminoso.

Até pessoas que não estavam no cenário do atentado foram acusadas de ter passado a faca para o autor ou ter facilitado o acesso dele a Bolsonaro. A PF destacou os casos de sete vítimas que sofreram linchamento virtual e foram associadas ao caso com insultos e xingamentos.

Postagens disseram que elas deveriam ser denunciadas e as classificaram como “ativistas terroristas”. Em alguns casos, elas foram descritas como filiadas ao PSOL e ao PT, em uma narrativa reiterada por aliados do presidente que buscam incriminar partidos de esquerda no episódio.

Em depoimento, seis mulheres falaram que se sentiram apavoradas com ataques e ameaças de morte. Algumas delas disseram que até pararam de sair de casa, com a proporção que os boatos ganhavam. Parte deles foi divulgada inclusive em TVs e outros veículos de comunicação.

Também foi desmentida a tese de que um homem teria dado um soco no abdômen de Bolsonaro após a facada, para que sentisse mais dor, e que seria um infiltrado na equipe de segurança. Ele era, na verdade, um policial federal que ajudou no socorro, mas acabou virando alvo nas redes.

Hostilizado na cidade onde morava, o agente foi obrigado a pedir transferência para outra localidade, em outro estado, segundo o relatório.

A possibilidade de envolvimento de outras pessoas foi refutada. Nada no processo indicou até agora a existência de comparsas ou financiadores, conforme a PF. Adélio sustenta que agiu a mando de Deus por discordar das ideias de Bolsonaro. Diligências pedidas por advogados do presidente também foram feitas.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, o delegado ressaltou que uma investigação do tipo não pode se basear na opinião pública ou em suspeitas levantadas por leigos. Bolsonaro vem colocando em xeque o trabalho da PF no caso, insistindo na versão de que Adélio recebeu a encomenda de matá-lo. (Bahia Notícias)

Mourão faz teste para Covid-19 e entra em isolamento

Foto: Isac Nóbrega/Divulgação

O vice-presidente da república, Hamilton Mourão, e sua mulher, Paula, entraram em isolamento no Palácio do Jaburu depois de um servidor que teve contato com o vice-presidente ter testado positivo para a Covid-19.

Segundo a assessoria do vice-presidente, os dois fizeram testes por precaução para o coronavírus e ficarão isolados até, no mínimo, segunda-feira, quando devem ser divulgados os resultados. Segundo o site da CNN, O contato entre o vice-presidente e o assessor ocorreu na quarta-feira, 13.

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro divulgou, por determinação do Supremo Tribunal Federal, três testes para a Covid-19 realizados em março, depois que vários casos de contaminação foram registrados em sua comitiva que viajou para os Estados Unidos. Os resultados foram negativos.

Campanha de Vacinação contra gripe terá nova etapa a partir de segunda

Foto : Tomaz Silva/Agência Brasil

A terceira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe encerrará, neste domingo, 17, a primeira de suas duas etapas tem como público-alvo, pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes e mães no pós-parto até 45 dias. As informações são da Agência Brasil.

No caso das mães que se encontram no período pós-parto, o ministério informa ser necessária a apresentação de um documento que comprove o puerpério (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros).

A segunda etapa da terceira fase vai de 18 de maio até 5 de junho. Nela serão incluídos professores de escolas públicas e privadas e adultos de 55 a 59 anos de idade. A exemplo das demais fases, a meta do governo é vacinar pelo menos 90% de cada um desses grupos. Na terceira fase, a meta é imunizar 36,1 milhões de pessoas do grupo prioritário.

De acordo com o balanço mais atualizado do Ministério da Saúde, 60,5% do grupo prioritário havia sido vacinado contra a influenza nas duas primeiras fases da campanha, o que corresponde a um total de 39,6 milhões de doses da vacina aplicadas.

Para evitar sobreposição com relação ao número de pessoas vacinadas, o percentual divulgado pelo ministério não inclui os grupos de pessoas com comorbidades, membros das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, trabalhadores portuários e o público relacionado com o sistema prisional, uma vez que, nesses quantitativos, o que se tem são estimativas populacionais.

“O quantitativo desse público é uma estimativa e pode haver sobreposição a partir de pessoas que integram diferentes grupos prioritários, por exemplo, ser caminhoneiro (público-alvo da segunda fase) e idoso (público-alvo da primeira fase). Assim, é possível informar apenas o número de doses, de fato, aplicadas da vacina contra a gripe nestes grupos que foi 7,5 milhões”, explicou o Ministério da Saúde em e-mail enviado à Agência Brasil.



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