WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

 



(71) 98769-3230

agosto 2020
D S T Q Q S S
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

:: ‘Brasil’

Ministério da Saúde prevê o pico do Covid-19 no fim de abril

Já foram registrados no país 17.857 casos de Covid-19 e 941 mortes. A taxa de letalidade no Brasil é de 5,3%. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os estados com mais casos.
O ministério da Saúde acredita que o pico da doença vai acontecer entre o fim do mês de abril e o início de maio nos estados com maior número de casos notificados. A recomendação, portanto, é que os estados não flexibilizem as regras de mobilidade social.

Fonte: Agência Brasil

ONU faz alerta sobre riscos de falta de camisinhas durante a pandemia

Foto: Divulgação/Secom-PB

Em meio à pandemia do novo coronavírus a população poderá sofrer com a escassez de preservativos. O alerta foi feito pela Organização das Nações Unidas (ONU). A entidade afirmou que o desabastecimento pode acontecer devido à paralisação de fábricas e circuitos de distribuição.

“A falta de preservativos, ou qualquer outro contraceptivo, pode levar a um aumento de gestações indesejadas com consequências desastrosas para a saúde e o bem-estar de adolescentes, mulheres, parceiros e familiares”, disse um porta-voz da agência das Nações Unidas para a saúde sexual e reprodutiva (UNFPA).

Segundo a UNFPA, a entidade vai receber apenas de 50% a 60% de seus pedidos regulares de preservativos por causa da crise deflagrada pelo vírus.

Via o Bahia Notícias, A reportagem da Folha de S. Paulo cita a Malásia como exemplo. O país é um dos maiores produtores de preservativos e borracha, matéria-prima dos preservativos, e vive sob regras rigorosas de confinamento desde 18 de março, após registro de aumento nos casos de Covid-19. O grupo Karex, que fabrica um em cada cinco preservativos em todo o mundo e os fornece para empresas, governos e programas humanitários, fechou suas três fábricas no país quando as medidas entraram em vigor. A matéria destaca que quando foi autorizada a reabrir com 50% de sua força de trabalho, a companhia sofreu uma redução na produção de preservativos em 200 milhões de unidades, entre meados de março e abril.

Aplicativo para auxílio emergencial será disponibilizado na terça, diz Lorenzoni

Foto: Marcelo Camargo / Agência-Brasil

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta sexta-feira, 3, que o governo irá adotar um aplicativo para que os trabalhadores informais que possuam o direito recebam a renda básica emergencial, de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras. A medida é um benefício adotado para alívio da crise causada pelo coronavírus.

“Não haverá nenhuma taxa e nenhum ônus e vai permitir que pela web, ou através do celular, as pessoas possam fazer cadastramento para permitir que, aqueles que cumprirem todos os requisitos, tenham o recurso creditado pela Caixa, pelo Banco do Brasil e pela rede bancária privada”, informou Lorenzoni.

De acordo com o ministro, o aplicativo será disponibilizado pelo governo a partir de terça, 7. Ele ainda afirmou que o objetivo da plataforma é permitir que em até 48 horas os pedidos sejam processados e possam atender os trabalhadores que não estão no cadastro único (CadÚnico).

“Se o cidadão já está no cadastro único, se ele fizer um registro o aplicativo vai confirmar que ele já está na base de dados”, disse.

Para aqueles que já fazem parte do CadÚnico, Onyx garantiu o trabalho para que o pagamento chegue o quanto antes nas mãos dos brasileiros. “Para os elegíveis, que já estão no cadastro único, estamos correndo para muito provavelmente na terça ou na quarta a Caixa anunciar um cronograma de pagamentos”, ressaltou.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, revelou ainda que mais detalhes sobre o pagamento serão divulgados no início da próxima semana. “Iremos trabalhar no fim e semana. Na segunda vamos divulgar detalhes do aplicativo, do site, da central de atendimento telefônico”, concluiu.

Estados e municípios devem decidir como cumprir calendário escolar

Foto: Divulgação

A Medida Provisória que permite que escolas tenham menos de 200 dias letivos no ano, desde que garantam 800 horas de ensino na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio, trouxe respaldo legal para o que as redes de ensino já vinham fazendo, de acordo com a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

“Isso vai dar uma liberdade maior para quando os alunos voltarem. Podemos, mais à frente, colocar um sexto tempo, usar alguns sábados letivos com sexto tempo também. Ao mesmo tempo, podemos contar com as nossas aulas remotas vinculantes que estão contando como aulas realmente no calendário escolar”, disse Cecília.

Os estados são responsáveis, principalmente, pela oferta do ensino médio. Eles também ofertam os anos finais do ensino fundamental, etapa que vai do 6º ao 9º ano. De acordo com a Agência Brasil,  Consed reuniu, em uma página da internet, as resoluções, pareceres, instruções normativas e notas de esclarecimentos do Conselho Nacional de Educação, da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação e dos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, sobre o calendário escolar e a oferta de conteúdos a distância.

ENSINO A DISTÂNCIA
A desigualdade entre as várias regiões do país e entre os vários estudantes brasileiros preocupa na hora de substituir as aulas presenciais por aulas a distância. Por isso, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) defende que, no processo de reorganização do calendário escolar, é necessário, primeiramente, esgotar todos os esforços para cumprir as 800 horas de maneira presencial.

Para isso, as redes podem, após o retorno as aulas, ampliar a jornada diária, realizar atividades no contraturno, ter sábados letivos, usar de períodos de recesso e/ou férias – após negociação com a categoria, entre outras alternativas.

A entidade defende que, caso seja feito o uso da modalidade de educação a distância como substitutiva às aulas presenciais, sejam garantidos “suporte tecnológico, metodológico e de formação dos professores, por parte da União e dos governos estaduais às redes municipais”.

Por lei, a educação a distância pode ser feita no ensino médio e, em situações emergenciais, como durante a pandemia da covid-19, no ensino fundamental.  A MP publicada nesta semana não trata da educação infantil, que compreende a creche e a pré-escola. A Undime defende que a EaD não seja aplicada nessa etapa.

ESCOLAS PARTICULARES
Para as escolas particulares, de acordo com o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Ademar Batista Pereira, a medida facilita o planejamento. “Fomos autorizados a voltar a trabalhar, não precisaremos sacrificar os sábado, podemos nos preparar para continuar a vida escolar”, afirmou.

Segundo ele, a pandemia está sendo uma oportunidade para “aprender a usar algumas ferramentas para as quais havia resistência. Não vão substituir de forma definitiva o ensino presencial, mas vão permitir fazer algumas coisas que são possíveis fazer, levando em consideração a idade das crianças.”

Em nota, o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, afirmou que a flexibilização é autorizativa “em caráter excepcional e vale tão e somente em função das medidas para enfrentamento da emergência na saúde pública decretadas pelo Congresso Nacional”. Ele reforça que a flexibilização deverá observar as normas dos respectivos sistemas de ensino. No Brasil, há suspensão de aulas em todos os estados para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A medida não é exclusiva do país. No mundo, de acordo com os últimos dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que monitora os impactos da pandemia na educação, 188 países determinaram o fechamento de escolas e universidades, afetando 1,5 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 89,5% de todos os estudantes no mundo.



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia