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:: ‘Brasil’

Com reajuste de 5% da Petrobras, gás de cozinha fica mais caro a partir desta quinta

Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília

O preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido pela companhia às distribuidoras foi reajustado em 5% pela Petrobras e fica mais caro a partir desta quinta-feira (4).

Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 24,08 por botijão de 13 quilos (kg). No acumulado do ano, a redução é de 13,4%, ou R$ 3,72 por botijão de gás de cozinha de 13 kg. Um reajuste já havia sido aplicado em maio.

Coronavírus chega a 72% das cidades do país; 30% já confirmaram mortes

Foto: Marcelo Chello/CJPress/Estadão Conteúdo

Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (4), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 32.602 mortes provocadas pela Covid-19 e 587.017 casos confirmados da doença em todo o país.

O balanço do Ministério da Saúde na quarta-feira (3) registrou 1.349 novos óbitos, número recorde de vítimas anotadas em um dia, totalizando 32.548 mortos e 584.016 casos. (Confira no G1)

Bolsonaro veta uso de R$ 8,6 bi para estados e municípios no combate ao coronavírus

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasilbol

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, hoje (3), uma lei que extingue um fundo administrado pelo Banco Central, e vetou o repasse de R$ 8,6 bilhões disponíveis nesse fundo para estados e municípios. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

O veto foi solicitado pelo Ministério da Economia e pela Advocacia-Geral da União (AGU). Bolsonaro afirma que o Congresso, ao alterar a destinação final dos recursos oriundos da extinção do fundo, viola o princípio constitucional que proíbe emendas parlamentares de aumentar despesa em projetos de iniciativa exclusiva do presidente da República.

O presidente afirmou ainda que a nova destinação do fundo desrespeita a política de teto de gastos. Originalmente, a MP destina todo o patrimônio do fundo para o pagamento da dívida pública federal.

Prazo para municípios aderirem ao Tempo de Aprender é prorrogado para final de junho

(Foto; Shutterstock)

Vai até 30 de junho o novo prazo para que estados e municípios possam aderir ao programa Tempo de Aprender. Lançado em fevereiro pelo governo federal, o programa é focado nas principais deficiências da alfabetização no país. Inicialmente, a previsão para adesão era até 30 de maio. O Ministério da Educação não explicou os motivos para a prorrogação.

Segundo a Secretaria de Alfabetização (Sealf) do MEC, que é responsável pelo Tempo de Aprender, até o momento 3.433 municípios já fizeram a adesão. O número representa 62% das cidades brasileiras. Para participar, os municípios, através dos secretários de Educação, devem preencher um formulário eletrônico.

Criado a partir da Política Nacional de Alfabetização (PNA), o programa tem como foco a pré-escola e os 1º e 2º anos do ensino fundamental das redes públicas estaduais, municipais e distrital. É voltado ainda para o aperfeiçoamento, o apoio e a valorização a professores e gestores escolares dessas etapas de ensino. O Tempo de aprender possui 10 ações, estruturadas em quatro eixos.

Para a construção do documento, foram detectadas as áreas da alfabetização que necessitam de mais investimentos que são: formação pedagógica e gerencial de docentes e gestores, materiais e recursos para alunos e professores e o acompanhamento da evolução dos alunos. *Com informações do MEC

Agência Educa Mais Brasil

Vacina contra coronavírus será testada no Brasil

Foto: Reprodução

Algumas doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia serão testada em humanos também no Brasil.

Segundo a ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

A razão da escolha do Brasil se deve ao fato de a menor taxa circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento, o que torna mais difícil a avaliação da eficácia da imunização. A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.

A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas. (Com ás informações do Correio24hrs*)



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