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:: 3/set/2020 . 9:36

‘Ninguém viu desde o começo?’, diz César Menotti cortado do Dança dos Famosos por ser gordo

Foto: Reprodução/ Instagram/ Arquivo Pessoal

O cantor César Menotti desabafou após ser cortado do quadro ‘Dança dos Famosos’, do Domingão do Faustão, por causa do seu peso.

Em entrevista ao programa ‘Tô na Pan’, o sertanejo afirmou que não está triste com a situação, mas não entendeu o corte tardio.

“Após a última entrevista que fiz, minha assessora me ligou e informou que eu não estaria mais por causa da obesidade. Mas já quero deixar bem claro que isso não me chateou me nada. Estou de boa. Só ri da situação porque será que ninguém viu desde o começo, quando me convidaram, que eu era gordo?”, questionou.

A dupla de Fabiano, que já havia mudado toda rotina e agenda de compromissos em torno do programa, incluindo o alugue de um espaço em São Paulo para ficar perto dos estúdios, acreditava que a participação seria um desafio. “Eu tenho residência em São Paulo, mas tinha alugado um local bem perto da Globo. Já tinha me programado para passar esse tempo em São Paulo. Não danço nada e aceitei porque queria quebrar essa limitação.”

A Globo até o momento não comentou o caso. É especulado que o corte tenha sido feito como medida de segurança, já que obesos integram o grupo de risco ao Covid-19.

Antes de César Menotti ser especulado no quadro da Globo, outros gordinhos também já passaram pelo programa, como Léo Jaime, que ganhou uma edição, Fabiana Karla, Péricles e Mariana Xavier.

DPU e DPE acionam Justiça para suspender atividades da usina Pedra do Cavalo

Foto: Reprodução

A Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Estado da Bahia acionaram a Justiça pedindo tutela de urgência para imediata suspensão das atividades da Usina Hidrelétrica Pedra do Cavalo. A ação civil pública foi ajuizada em face do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), do Grupo Votorantim Energia, da União Federal e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O defensor regional de Direitos Humanos, Vladimir Correia, e o defensor público estadual Maurício Moitinho pediram à Justiça a condenação dos réus por danos morais, considerando os danos causados ao meio ambiente, à economia local e às comunidades tradicionais que vivem na Reserva Extrativista da Bacia do Iguape. Foi pedido também que não sejam mais realizados testes de calhas na usina.

O objetivo da ação é que as atividades de Pedra do Cavalo sejam suspensas até que seja comprovado o cumprimento das condicionantes exigidas para concessão da licença ambiental. As defensorias analisaram uma série de documentos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entre pareceres técnicos, autos de infração e relatórios de fiscalização, que indicam impacto ambiental da usina.

Por exemplo, a vazão de água em horários diversos e com volumes variados provoca alterações abruptas, o que diminui a salinidade da água. Além disso, a operação da hidrelétrica deveria estar alinhada a ações como elaboração do novo hidrograma para vazão ecológica, monitoramento dos impactos ambientais, adequação da planta e comunicação com comunidades tradicionais.

Em julho deste ano, associações de comunidades pesqueiras, marisqueiras, ribeirinhas e quilombolas denunciaram que o Inema determinou teste de calha no Rio Paraguaçu. Na ocasião, a DPU e a DPE recomendaram o adiamento do teste até que fossem analisados os impactos socioambientais às comunidades que vivem na região.





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