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:: 29/ago/2020 . 15:05

Jovem de 23 anos comete suicídio em Brejões

No início da tarde deste Sábado (29), As Guarnições da 3ª Companhia do 19º Batalhão de Polícia Militar, juntamente com a Guarda Civil Municipal na cidade de Brejões, a 380 km de Salvador, foram acionadas para verificar uma suposta ocorrência de suicídio na comunidade rural do município. De imediato as guarnições se deslocaram ao local informado e constatou a veracidade dos fatos.

Uma jovem de 23 anos,teria cometido suicídio em uma varanda da fazenda, depois de utilizar Um lençol preso ao telhado. Não há ainda suspeitos de participação na morte do rapaz. Duas equipes do Departamento de Polícia Técnica estiveram no local para realização do levantamento cadavérico e condução para o Instituto Médico Legal de Jequié.

Busca por tratamentos contra o cigarro sobe 30% na pandemia

Foto: Reprodução

A procura por tratamentos antitabagismo registrou alta de 30% durante a pandemia do novo coronavírus. O percentual é observado tanto no serviço público quanto na rede privada.

Para especialistas, o alta se deve ao fato de o cigarro aumentar os riscos de o paciente fumante desenvolver as formas mais graves da Covid-19.

Entre janeiro e maio, 8.249 pessoas buscaram atendimento no Programa Estadual de Controle de Tabagismo –um acréscimo de 30% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado. Desse total, quase 60% eram mulheres.

A coordenadora do programa da gestão João Doria (PSDB), Sandra Silva Marques, avalia que, durante o isolamento social, as pessoas estão fumando mais do que antes. “Entretanto, também estão procurando mais pelo tratamento, pois se conscientizaram de que a prática de fumar está ligada a um aumento no risco relacionado à Covid-19”, diz.

Em todo o estado, aproximadamente 1,6 mil unidades de saúde fazem o atendimento gratuito a quem pretende parar de fumar. A coordenadora explica que o tratamento é dividido em duas partes. Uma delas é a administração de medicamentos, quando há necessidade. Porém, o paciente só toma remédio após se consultar com um médico.

A outra etapa do tratamento consiste nas sessões de terapia em grupo, que, inicialmente, são realizadas semanalmente. Após o primeiro mês, a frequência dos encontros começa a diminuir. Ao todo, o processo demora cerca de um ano para ser concluído.

Antes da pandemia, as sessões eram feitas presencialmente. Porém, com a quarentena, profissionais e pacientes passaram a interagir pela internet, seja pelo WhatsApp ou por programas de conferência virtual.

A Prefeitura de São Paulo afirma que adaptou o atendimento do Programa Nacional de Controle do Tabagismo por causa do coronavírus. A administração municipal, gestão Bruno Covas (PSDB), não informou se houve aumento na procura por esse tipo de serviço.

REDE PRIVADA

A procura por tratamentos antitabagisticos na rede privada teve comportamento semelhante ao do serviço estadual. No HCor, a demanda também subiu 30% na quarentena na comparação com os meses anteriores ao início da pandemia.

A gerente de psicologia do HCor e responsável pelo Programa Vida Sem Cigarro do hospital, Silvia Cury, também faz relação entre o novo coronavírus e o aumento na busca por tratamento antitabagismo.

“O cigarro diminui a ação da imunidade do seu organismo. Você fica mais suscetível a pegar doenças infecciosas e respiratórias”, explica a profissional.

“Além disso, a pessoa que está em quarentena sabe que fumar dentro de casa não é adequado, pois pode contaminar a família com substâncias cancerígenas [do cigarro]”, acrescenta Cury, ao destacar mais um motivo que tem levado as pessoas a tentar parar de fumar durante a pandemia.

No HCor, todo o tratamento antitabagismo é feito virtualmente e dura cerca de três meses. Segundo Cury, ao fim do processo, aproximadamente 80% dos pacientes conseguem parar de fumar. Após um ano, entre 55% e 60% se mantêm sem cigarro.

RISCO DA DOENÇA

A ligação entre o tabagismo e a possibilidade de piora no quadro de fumantes contaminados pelo novo coronavírus ajudou a fazer com que o advogado Osmar Alves de Campos Golegã Neto, 36, decidisse parar de fumar depois de 15 anos com o vício.

“Eu fumava mais ou menos um maço e meio por dia. Na quarentena, eu resolvi parar, especialmente por causa da notícia de que a Covid-19 é uma doença que ataca o pulmão”, afirmou. Segundo ele, “faltava um incentivo” para que o hábito fosse abandonado.

No caso do advogado, o cigarro foi sendo deixado de lado aos poucos. “Fui aumentando o tempo entre um e outro. Quando vi, em uma semana estava fumando meio maço por dia”, lembra. Ele diz que a etapa final foi a mais difícil, quando estava consumindo cinco unidades diárias. “Fiquei com mau humor. Coisas que não me tirariam do sério passaram a me tirar.”

Outra que decidiu largar o cigarro durante a quarentena foi a analista de marketing digital Bárbara Ribeiro, 25, que fumava desde os 14. Além do risco ligado à Covid-19, ela conta que o isolamento social contribuiu de outro jeito para que ela parasse de fumar.

“O comércio fechado me ajudou a não sair para procurar cigarro”, diz a jovem, que não tinha o hábito de fumar dentro de casa.

Ela diz não ter medo de recaídas, apesar de acreditar que deverá ter mais vontade de fumar quando sua rotina voltar ao normal, com o fim do distanciamento social durante a quarentena.

Sem fumar, Bárbara afirma já sentir pequenas mudanças em sua qualidade de vida, como melhoria do paladar, do olfato e da capacidade respiratória nos afazeres diários. Fonte: Bahia Notícias

Dom Macedo Costa recebe primeiro Selo de Inspeção Municipal

Foto: Reprodução / Blog do Valente

Uma queijaria, localizada em Dom Macedo Costa, foi o primeiro empreendimento do município a receber o Selo de Inspeção Municipal (SIM), o serviço sanitário, voltado para agricultores familiares, que regulamenta a inspeção e fiscalização de agroindústrias que beneficiam e comercializam produtos de origem animal e vegetal em nível local.

A implantação do SIM nos municípios do Território Recôncavo está sendo viabilizada por meio da parceria firmada entre o Consórcio Público do Recôncavo e o Governo do Estado, via a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

O representante da queijaria Dom Queijo, Leonardo Mello, conta que sempre teve contato com o campo, com a produção de leite e que tinha o sonho de trabalhar com queijos. A partir de hoje, com o registro, será possível trabalhar da forma correta: “Antes vendíamos somente o leite e chegamos a fazer queijo e vender na informalidade, mas isso dificultou o nosso desenvolvimento. A inspeção viabilizou comercializarmos da forma certa, sem ter que se esconder. Pra gente o SIM é um troféu”.

A queijaria tem 49 m2, capacidade de processamento de 500 litros de leite por dia, com produção média diária de 50 barras de queijos. Antes, Leonardo comercializava o leite in natura, a R$1 o litro e tinha um faturamento entre R$10 a R$12 mil por mês. Hoje, a barra do queijo será vendida a R$40 e o faturamento pode chegar a R$70 mil reais por mês com o beneficiamento do leite.

Segundo o coordenador de Agroindústria da CAR/SDR, Wanderley Gomes, com uma produção certificada é possível alcançar o mercado atacadista e varejista: “O SIM gera emprego e renda e desenvolve a economia. A CAR está implantando e ampliando o SIM com a perspectiva de acessar também o mercado nacional. Os oito consórcios que recebem apoio da CAR, com o SIM, estão no projeto-piloto com o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), desenvolvido pela Secretaria de Defesa Agropecuária do  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o que vai permitir a comercialização dos produtos registrados em todo o território nacional. Isso é desenvolvimento, geração de emprego e renda e ampliação de mercado para os produtos da agricultura familiar”.

Investimentos

Além do convênio firmado com Consórcio Público do Recôncavo, o Governo do Estado, por meio da CAR/SDR, já firmou convênios para implantação do SIM com sete outros consórcios públicos, sendo eles: Consórcio Sisal, Bacia do Paramirim, Sertão do São Francisco, Piemonte da Diamantina, Portal do Sertão, Bacia do Jacuípe e Piemonte Norte Itapicuru. Mais de R$ 1,2 milhão em recursos já foi investido para incentivar a consolidação do SIM.

Fonte: Blog do Valente

Governador sanciona lei de criação da Companhia Baiana de Insulina

Foto: Pixabay

O governador Rui Costa sancionou a lei que permite a criação da Companhia Baiana de Insulina (Bahiainsulina), estatal que irá produzir medicamento para tratamento e controle do diabetes. O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (29).

Com a sanção, será implantada no estado a primeira fábrica de insulina do hemisfério sul. O Projeto de Lei para a criação da Companhia foi aprovado por unanimidade pelos 63 deputados na última quinta-feira (27).

Com um investimento de R$ 200 milhões, subsidiados 100% pela iniciativa privada, será o primeiro laboratório do país – e o primeiro do Hemisfério Sul – a produzir insulina, reduzindo a necessidade de importação do hormônio da Europa e dos Estados Unidos, informou a presidência da Casa.

De acordo com o governo do estado, a Companhia integrará a estrutura da administração pública indireta, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). A fábrica prevê a geração de até 300 empregos diretos e mil indiretos.

A Bahiainsulina será o braço fabril da Bahiafarma para a produção de insulina para o SUS. A Bahiafarma é detentora da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) de insulina humana, que garante que o Ministério da Saúde adquira da Bahiafarma 50% da demanda nacional do SUS. O laboratório ucraniano Indar é responsável pela transferência de tecnologia.

Fonte: G1/Bahia

Deputado Robinson Almeida consegue liberação de barracas para agricultores do Recôncavo baiano

Foto: Reprodução

Por unanimidade, deputados aprovaram, nesta quinta-feira (27), a criação da Companhia Baiana de Insulina (Bahiainsulina), que integrará a estrutura da administração pública indireta, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). O próximo passo é a sanção pelo governador Rui Costa, tornando concreto, após três anos de planejamento, o projeto de construção da primeira fábrica de insulina do hemisfério Sul do planeta, com um investimento estimado em R$ 200 milhões, sendo 100% subsidiada pela iniciativa privada.

Em entrevista ao Programa do Valente, o deputado estadual Robinson Almeida (PT), falou sobre esta conquista para o estado da Bahia. “Hoje é muito cara as insulinas, principalmente para os mais pobres. Esta é a primeira fábrica no Hemisfério Sul. Acredita-se que 11 milhões de brasileiros serão beneficiados com a insulina produzida na Bahia”, afirmou.

O deputado conseguiu a liberação de 40 barracas junto a CAR para agricultores de Santo Antônio de Jesus. Eles promovem semanalmente uma feira agroecológica. “Estavam com dificuldade para esta reivindicação ser atendida, e, em contato com a presidência da CAR, nós conseguimos resolver esta pendência”, ressaltou. O deputado conseguiu ainda a publicação de um edital de licitação para pavimentação asfáltica da Pumba, povoado em Cruz das Almas, onde residem cerca de 15 mil pessoas.





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