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:: 4/jun/2020 . 13:05

Cantora gospel Fabiana Anastácio morre aos 45 anos por complicações de Covid-19

Foto: reprodução / Instagram

Fabiana Anastácio, cantora gospel de 45 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (4), vítima de complicações por conta da Covid-19. A notícia foi confirmada na página oficial dela. A artista é conhecida pelo louvor “Adorarei”, tendo mais de 68 milhões de visualizações no YouTube.

“Deus decidiu levar, nossa (Fabiana Anastacio Nascimento) para os seus braços. Obrigado a todos pelas orações, ao longo do dia será postado mais informações. Te Adorarei, te adorarei, quando chegar aí no Céu te adorarei”, dizia o texto compartilhado na página no Facebook de Fabiana Anastácio.

A cantora apresentou os sintomas da doença na última semana e precisou ser intenada. Ela estava na UTI e, segundo nota da gravadora Todah Music, tendo dificuldade de respirar. Nesta quinta-feira, ela não resistiu e acabou falecendo.

O perfil da cantora no Instagram também informou sobre a morte de Fabiana. Nos comentários, fãs deixaram mensagens: “Uma perda lamentável”, “Que Jesus console a família”, “Meus sentimentos”, entre outros. (Confira no Instagram Oficial)

Auxílio Emergencial terá mais duas parcelas com valor menor

Foto: N1N

O Auxílio Emergencial está sendo uma “mão na roda” para aqueles que estão precisando nesse momento de crise. A grana extra serve para compra de alimentos e comprar remédio por exemplo.

O Auxílio Emergencial varia de R$ 600 a R$ 1.800 por família. A mulher chefe de família, por exemplo, sem cônjuge e responsável por ao menos uma pessoa menor de 18 anos, recebe R$ 1.200.

Leia também: Dataprev vai liberar análise de 10,7 milhões de pedidos do Auxílio Emergencial

Uma delas é Carla Silva, moradora de São Paulo (SP), que tem um filho de 2 anos e, em função da crise, viu a empresa em que trabalhava trabalhava parar de funcionar.

“Esse auxílio está me ajudando muito mesmo. Fiquei sem renda. Eu estava precisava comprar um remédio para o meu filha alem de alimento, eu já não sabia o que fazer. Graças a deus estou tendo esse Auxilio”, contou.

O mesmo aconteceu com a motorista de transporte escolar Sonia Lima, moradora do Rio. Com a falta de aulas nas escolas, ela teve de deixar o trabalho. “Eu não tinha mais condições de pagar o aluguel do carro e já sabe né, sem cliente, sem grana” disse. Sonia também está entre os milhões de brasileiros que recebem o auxílio emergencial. “Está me ajudando muito. Comprei comida e remédios”, completou.

Terceira Parcela será paga este mês
O cronograma de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 O Ministério da Cidadania pretende anunciar na próxima segunda-feira.

De acordo com o governo, o calendário será semelhante ao da segunda parcela, com a separação das datas entre os públicos beneficiados para evitar filas e aglomeração de pessoas nas agências da Caixa Econômica Federal.

Leia também: Presidente da Caixa fala sobre classes sociais e fraudes no Auxílio Emergencial

Auxílio emergencial terá mais duas parcelas, mas com valor menor
O Auxílio Emergencial terá mais duas parcelas. Essa informação foi dada pelo próprio Presidente da República Jair Bolsonaro. Ele disse que já tem mais duas parcelas “acertadas” com o ministro da Economia, Paulo Guedes. No entanto, ainda precisa precisa fixar o valor. As três primeiras foram de R$ 600, mas o presidente já declarou que as seguintes serão menores.

“Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de R$ 600, que já estão quase certas a quarta e quinta parcelas, de valores menores um pouco, que está sendo ajustado pelo Ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, disse Bolsonaro, que, em seguida, foi mais enfático: “Temos mais uma parcela de R$ 600, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante”.

As informações inciais é que o governo pretende reduzir as parcelas para R$ 500, 400 ou 300. Já Paulo Guedes, chegou a afirma no último mês que para estender as parcelas, o valor seria reduzido para R$ 200.

E seria por 1 ou 2 meses a mais. Na ocasião, ele afirmou que não havia condições de manter o mesmo valor para os meses seguintes. Mas o valor exato das próximas parcelas ainda será definido este mês pelo governo.

Com reajuste de 5% da Petrobras, gás de cozinha fica mais caro a partir desta quinta

Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília

O preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido pela companhia às distribuidoras foi reajustado em 5% pela Petrobras e fica mais caro a partir desta quinta-feira (4).

Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 24,08 por botijão de 13 quilos (kg). No acumulado do ano, a redução é de 13,4%, ou R$ 3,72 por botijão de gás de cozinha de 13 kg. Um reajuste já havia sido aplicado em maio.

Coronavírus chega a 72% das cidades do país; 30% já confirmaram mortes

Foto: Marcelo Chello/CJPress/Estadão Conteúdo

Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (4), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 32.602 mortes provocadas pela Covid-19 e 587.017 casos confirmados da doença em todo o país.

O balanço do Ministério da Saúde na quarta-feira (3) registrou 1.349 novos óbitos, número recorde de vítimas anotadas em um dia, totalizando 32.548 mortos e 584.016 casos. (Confira no G1)

Governador da Bahia admite que não será possível realizar o Carnaval em 2021

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), admitiu nesta quinta-feira (4) que não vê possibilidade de realizar o Carnaval em 2021. Segundo ele, nenhum evento de massa deverá ser autorizado enquanto o novo coronavírus não for contido.

“Não dá para imagina show com 50 mil, 30 mil pessoas, como a gente costuma ver. Não é possível o poder público autorize isso. Não acho que, em nenhum lugar do mundo, será autorizado. Não vejo como autorizar evento de massa com o vírus circulando. A não ser que a gente queira que mais cinco mil, dez mil pessoas morram para a gente fazer uma festa de Carnaval”, disse, em entrevista ao Valor Econômico, por videoconferência.

Em sua análise, devido falta de articulação do governo federal com Estados e Municípios, o vírus ainda deve circular ao longo de todo o ano no país, sobretudo porque o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), não tem se empenhado para fazer parcerias com outros países para ajudar na produção da vacina.

“Se a imagem do Brasil, desde 2015, 2016, já não vinha boa, piorou demasiadamente. A imagem do Brasil não está no chão, está no subsolo, e o Brasil tem feito pouco esforço para sair dele”, afirmou.



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