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O vírus é invisível e pode estar onde menos se imagina, inclusive, pondo em risco quem está cumprindo à risca o isolamento social. Acredite: ele permanece ali naquela sacola plástica que, até então, parecia inofensiva por três dias. Na embalagem de papel, como a que trouxe a pizza do fim de semana, são 24 horas. Uma “visita” dessas, definitivamente ninguém quer em casa e nem a vassoura atrás da porta vai afastar. Só o álcool 70, a solução de água sanitária e também o sabonete líquido.

Depois de ter 12 pessoas da família infectadas pela covid-19, uma delas, em quarentena total, o administrador Jorge Luiz Corrêa, de 55 anos, o saco plástico nem entra em casa. As compras são feitas com sacolas retornáveis que ele mesmo manuseia.

“Tenho duas tias primos e filhos de primos que estão com coronavírus. Em um dos casos de contaminação que aconteceu com uma das minhas tias, a gente suspeita que tenha sido via saco plástico. Ela é idosa, grupo de risco hipertensa e ela estava em quarentena e não saía de casa de forma alguma pela questão das recomendações, mas minha tia desconfia que tenha sido realmente a sacola do supermercado, as compras”, conta. (Sabia Mais na Correio24hrs*)