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Itaberaba: Polícia prende falsos curandeiros que ‘exploravam fé de idosos’ por dinheiro

Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante, nesta terça-feira (17), no interior da Bahia, pelos menos seis suspeitos de crimes de estelionato e furto qualificado. Segundo a investigação, o grupo é formado por “falsos curandeiros” que convenciam as vítimas a entregar cartões e senhas bancárias e ficavam com o dinheiro delas.

Ao todo, foram nove meses de investigação. Os suspeitos foram detidos no município de Itaberaba, a 297 quilômetros da capital do estado, Salvador, no âmbito da operação “Falso Curandeiro”.

Segundo o delegado-chefe da 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina), Fabrício Augusto Paiva, “a organização criminosa tinha como modo de agir a exploração da fé de idosos”.

“Oferecendo falsas curas, aproveitando-se da situação de vulnerabilidade para subtrair cartões e senhas das vítimas, obtendo valores de contas bancárias e empréstimos”, disse o investigador.

A Polícia Civil também identificou que o grupo praticou os crimes em Planaltina (DF) e retornou à cidade baiana, com R$ 500 mil, em espécie, provenientes de golpes aplicados em São Paulo.

Entre os detidos na operação, seis pessoas foram presas em flagrante. Os agentes também cumpriram quatro mandados de prisão preventiva e outros dez, de busca e apreensão. Com ás informações do G1/Bahia*

TCM aprova contas de seis prefeituras, entre elas Cabaceiras do Paraguaçu

Na sessão desta última quarta-feira (13/11), o Tribunal de Contas dos Municípios aprovou com ressalvas as contas das prefeituras de Itaberaba, Cabaceiras do Paraguaçu. Umburanas, Lajedinho, Boninal e Ribeirão do Largo, da responsabilidade de Ricardo dos Anjos Mascarenhas, Abel Silva dos Santos, Roberto Bruno Silva, Marcos Souza da Mota, Aurélio Fagundes de Souza e Herbert Gonçalves de Oliveira, respectivamente, todas relativas ao exercício de 2018.

No município de Itaberaba, as contas do prefeito Ricardo dos Anjos Mascarenhas respeitou todos os índices constitucionais, com investimento de 25,33% dos recursos específicos na manutenção e desenvolvimento do ensino, quando o mínimo é de 25%, de 16,47% nas ações e serviços de saúde, sendo o mínimo de 15%, e de 72,27% dos recursos do Fundeb na remuneração dos profissionais do magistério. A despesa total com pessoal alcançou 45,32% da receita corrente líquida do município, atendendo ao percentual máximo de 54%, previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. O gestor foi multado em R$7 mil pelas irregularidades apuradas no relatório técnico.

Já as contas do prefeito de Cabaceiras do Paraguaçu, Abel Silva dos Santos, apresentaram como ressalvas a ausência de comprovações de incentivo à participação popular e realização de audiências públicas, durante os processos de elaboração e discussão dos instrumentos de planejamento; algumas inconsistências contábeis; orçamento elaborado sem critérios adequados de planejamento; deficit orçamentário; baixa cobrança de dívida ativa; e transparência pública. A prefeitura ultrapassou o limite máximo para despesa com pessoal, que representou 56,55% da receita corrente líquida, porém, ainda se encontra no período legal de recondução. Os índices constitucionais foram respeitados, representando em educação (26,05%), saúde (16,06%) e no pagamento dos profissionais do magistério com recursos do Fundeb (80,82%). O gestor foi multado em R$2 mil.

Em Umburanas, o prefeito Roberto Bruno Silva foi multado em R$2,5 mil por irregularidades apontadas no relatório técnico, entre elas: inconsistências contábeis; orçamento elaborado sem critérios adequados de planejamento; ausência de registro da depreciação dos seus bens patrimoniais; ausência de relação da dívida ativa inscrita no exercício; baixa cobrança de dívida ativa; desequilíbrio fiscal; ausência de providências para restituição à conta específica do Fundeb de despesas glosadas em exercícios anteriores; transparência pública; e relatório de controle interno. O gestor cumpriu todas as obrigações constitucionais, vez que aplicou 26,45% dos recursos específicos na área da educação, 16,59% dos recursos nas ações e serviços de saúde e 65,77% dos recursos do Fundeb na remuneração dos profissionais do magistério.

O prefeito de Lajedinho, Marcos Souza da Mota, também respeitou todos os índices constitucionais, com investimento de 27,53% dos recursos específicos na manutenção e desenvolvimento do ensino, quando o mínimo é de 25%, de 18,57% nas ações e serviços de saúde, sendo o mínimo de 15%, e de 66,63% dos recursos do Fundeb na remuneração dos profissionais do magistério. A despesa total com pessoal representou 46,66% da receita corrente líquida, cumprindo o disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal. O relator, conselheiro José Alfredo Dias, não considerou as ressalvas passíveis de multa.

As contas do prefeito de Boninal, Aurélio Fagundes de Souza, apresentaram como ressalvas a baixa cobrança da dívida ativa; omissão na cobrança de multas e ressarcimentos imputados a agentes políticos do município; apresentação de deficiente relatório do controle interno; não apresentação dos processos de cancelamentos de dívidas ativas e passivas; orçamento elaborado sem critérios adequados de planejamento; existência de deficit orçamentário; indisponibilidade de recursos para adimplemento das obrigações a pagar de curto prazo; falhas na elaboração dos demonstrativos contábeis que não retratam a realidade patrimonial do município em 2018; e falhas na elaboração de demonstrativos contábeis no SIGA. Foi obedecido o limite máximo para despesa com pessoal, que representou 52,71% da receita corrente líquida, e os índices para investimento em educação (26,77%), saúde (17,11%) e no pagamento dos profissionais do magistério com recursos do Fundeb (78,36%). O gestor foi multado em R$2,5 mil.

Em Ribeirão do Largo, o prefeito Herbert Gonçalves de Oliveira foi multado em R$6 mil por irregularidades remanescentes no relatório técnico, entra elas: ausência de publicação na imprensa oficial de parte dos decretos de abertura de créditos adicionais suplementares e das alterações do quadro de detalhamento de despesa; baixa arrecadação da dívida ativa; reincidência no deficit orçamentário; indisponibilidade financeira ao final do exercício para adimplemento de todas as obrigações pactuadas; realização de despesas incompatíveis com o FUundeb (R$2.139,93); omissão na cobrança de multas e ressarcimentos imputados pelo TCM a ex-gestores; insubsistente relatório de controle interno; despesas realizadas com contratação de pessoal, decorrentes de contratação de pessoa física ou terceirização de mão de obra através pessoa jurídica, sem concurso público ou processo seletivo simplificado. O gestor cumpriu todas as obrigações constitucionais. Cabe recurso das decisões.

Fonte: Ascom//TCM

Concurso público em Itaberaba é cancelado após irregularidades serem identificadas

A Prefeitura de Itaberaba, na região da Chapada Diamantina, anunciou o cancelamento de um concurso municipal aberto em 2016, que teve mais de oito mil participantes, após constatar irregularidades envolvendo a empresa responsável pelo certame,.

A informação do cancelamento foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) de sexta-feira (25). Segundo a prefeitura, o cancelamento buscou garantir a equidade durante um processo, evitando qualquer ato que possa tirar o direito igualitário de todos, ao promover facilidades ou burlando a lei.

Segundo a prefeitura, a empresa responsável pelo concurso começou a ser investigada depois de uma ação civil pública junto à Vara da Fazenda Pública de Itaberaba, em processo movido pelo Ministério Público do Estado, após apresentar irregularidades em outros concursos da região na qual também foi organizadora.

Durante a investigação foram constatadas irregularidades como: reprodução de perguntas e respostas de artigos e blogs de internet, ambiguidade e incongruência na elaboração de algumas questões e criação de vaga diferente do edital do concurso público. Todos os problemas identificados estão disponíveis no DOM.

Via o G1, Diante da situação, o município informou que vai dar continuidade aos trâmites legais e, em breve, divulgará as medidas para a devolução das taxas de inscrição, através da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz). Em seguida, vai ser feito um estudo minucioso sobre a realização de um novo concurso público.

Itaberaba: Justiça determina implantação de biometria para controlar servidores de saúde

A Justiça Federal determinou, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que o município de Itaberaba implante o ponto eletrônico biométrico para controlar a frequência dos servidores da área de saúde. Além disso, foi determinado que o município responsabilize os servidores que não cumprirem a jornada de trabalho devida.

 

O MPF já havia mandado, em 2015, recomendação para que o município adotasse tais medidas.Porém, após o fim do prazo previsto na recomendação, não houve resposta e nenhuma medida foi implantada, o que levou o MPF a acionar judicialmente o município.

 

De acordo com uma ação ajuizada em 2017 pelo órgão, o objetivo é garantir ao cidadão o direito de conhecer os horários de atendimento dos profissionais de saúde vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Os habitantes de Itaberaba não estariam satisfeitos com os serviços ofertados pelo SUS. As principais queixas são referentes ao longo tempo de espera para agendamento de consultas, à curta duração das consultas e à ausência de médicos nas emergências.

 

A decisão da Jusitça determinou uma série de obrigações ao município, como a instalação, em local visível das salas de recepção de todas as unidades públicas de saúde de quadros que informem ao usuário, de forma clara e objetiva, os nomes de todos os médicos e odontólogos em exercício na unidade naquele dia, a respectiva especialidade e o horário de início e de término da jornada de trabalho de cada um deles. 

Fonte: Bahia Notícias

Coelba prepara a rede elétrica para os festejos juninos

As comemorações de São João se espalham por todo a Bahia no mês de junho. Para garantir a realização da mais tradicional festa nordestina, a Coelba reforçou o trabalho de prevenção e manutenção da rede elétrica nos principais locais que recebem os eventos na capital e no interior.

O trabalho dos técnicos incluiu a manutenção de 11 mil quilômetros de rede elétrica, com inspeção de alimentadores, serviços básicos de prevenção, como poda de 400 árvores e inspeção termográfica, além da substituição preventiva de mais de 100 equipamentos.

As atividades incluíram, ainda, o reforço nos circuitos de abastecimento de cidades como Euclides da Cunha, Alagoinhas, Paulo Afonso, Cruz das Almas, Santo Antônio de Jesus, Amargosa, Itaberaba, Mucugê, Irecê, Brumado, Tanhaçu, Ibicuí, Itapetinga, Jequié, Itiruçu, Jaguaquara e Vitória da Conquista, conhecidos polos de festividades juninas.

As equipes que atendem as principais festividades também foram reforçadas e, a partir de sexta-feira (21), entram em esquema especial de plantão. Posicionadas estrategicamente, as equipes estarão preparadas para garantir que tudo esteja funcionando de acordo o aumento na demanda de energia característico do período. Em caso de qualquer ocorrência na rede elétrica, o atendimento será imediato.

Segurança – Além disso, ações de segurança nas comunidades foram realizadas com orientações sobre uso de fogos, balões, bandeirolas e montagem de fogueiras.

Por meio de campanha de marketing, a Coelba estará reforçando com a população orientações como: não utilizar adereços de decoração com materiais condutores de eletricidade e a não enfeitar ruas e praças com as típicas bandeirolas colocadas perto da fiação elétrica.

A montagem de barracas, camarotes, arquibancadas e palanques também deve receber atenção. “A Coelba reforça a importância do cuidado com o aterramento elétrico e para que a ligação dessas unidades seja realizada por profissionais especializados. Outra orientação é a distância mínima de 2,5 metros que deve ser mantida da rede elétrica, com atenção para o manuseio de equipamentos e acessórios metálicos próximos da fiação”.

Aipim gigante surpreende agricultores do interior da Bahia

Nem mais, nem menos. São exatos 4 metros e 70 centímetros de comprimento. Este é o tamanho da mandioca colhida pela agricultora Zaedna Dias Carmo, na fazenda da família no povoado de Formosa, na zona rural de Itaberaba, a 264 km de Salvador.

Ela e o marido, Manuel, sabiam que seria difícil colher a raiz sozinhos, por isso fizeram um mutirão.

(Foto: Família Dias Carmo)
 

“A raiz cresceu tanto que rachou a terra por cima. Já dava para saber que era grande. Fizemos um digitório para arrancar o aipim. Chamamos os vizinhos para ajudar, e meu irmão, que veio passar o fim de semana, também participou. Deu muito trabalho para cavar”, conta a agricultora. 

Agricultores fizeram mutirão para conseguir arrancar a raiz. (Foto: Família Dias Carmo)

Medido com trena e pesado, o aipim alcançou 28 quilos. A lado dele, no mesmo pé, cresceram outras quatro raízes, juntas elas pesam mais de 80 quilos.

“Há cerca de três anos eles já tinham colhido uma raiz com 2 metros e 80 centímetros. Mas desta vez a gente ficou ainda mais surpreso, admirado em ver. E tem mais um pé, do mesmo tamanho, na mesma área”, conta Nilson Dias, irmão da agricultora.

A mandioca virou até atração na região, e vem atraindo curiosos que querem ver a raiz de perto. 

“Espalharam o vídeo da colheita nas redes sociais. O pessoal está vendo pela internet e vem medir para comprovar se é de verdade e se o tamanho é real”, completa a agricultora.

A mandioca é da variedade “aipim manteiga”, do tipo mansa, e pode ser consumida diretamente pelo ser humano. A família, que também planta feijão, melancia e abacaxi ainda está decidindo o que fazer com o achado. Como a raiz já está muito dura, não dá para cozinhar e nem serve mais para o consumo humano, mas pode ser usada como ração para os animais.
Fenômeno Natural

Os especialistas acreditam que vários fatores contribuíram para o crescimento acima do comum. Um deles é o tipo de solo da região, arenoso, que favorece a expansão da raiz.

“Geralmente acontece dela ficar muito grande quando é uma planta isolada, cultivada na borda da plantação, do lado de fora. Ela não tem concorrência de espaço. Há uma disponibilidade maior de solo, água e luz, e consegue reservar mais nutrientes, crescendo mais. É um fenômeno natural”, explica o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, o engenheiro agrônomo Joselito Motta, especialista no cultivo da raiz. 

O tempo de colheita também faz a diferença. A mandioca cultivada pela família baiana foi plantada há mais de dois anos, e foi colhida depois do tempo recomendado.

O especialista destaca que as variedades de mesa, as mandiocas mansas, geralmente chamadas de aipim ou macaxeira, devem ser colhidas entre 10 a 12 meses depois do plantio. Já as mandiocas bravas, que não podem ser consumidas diretamente, devido ao alto teor de ácido cianídrico, devem ser colhidas em até 18 meses.

“Se deixar passar este período, ela pode crescer ainda mais. Se torna raro porque, geralmente, o agricultor não deixa a raiz por tanto tempo embaixo da terra. E o fenômeno não se repete se a maniva que originou a raiz for plantada. Mas há até concursos para ver a raiz mais comprida, ou aquela que tem o formato diferente”, conta Motta.

Não há registro oficial sobre os tamanhos recordes de mandiocas colhidos no Brasil. Mas a Bahia tem tradição em colheitas inusitadas. Em 2014, uma outra mandioca gigante, com cerca de 5 metros e 50 centímetros, foi colhida na zona rural de Vitória da Conquista, no Sudoeste do estado. Dois anos antes, uma raiz de 2 metros e 20 centímetros havia sido encontrada na mesma região.

Em 2016, uma mandioca de 112 quilos foi colhida no Ceará, e outra de 200 quilos cresceu no quintal de uma casa no sul paranaense.

A Bahia é um dos maiores produtores de mandioca do Brasil, junto com os estados do Maranhão, Pará e Paraná. Ano passado, segundo o IBGE, os agricultores baianos produziram mais de 1,5 milhão de toneladas de mandioca. Fonte: Correio24hrs*