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Facebook: começa teste de não mostrar a usuários as curtidas de publicações

Depois do Instagram, é a vez do Facebook ocultar para os usuários a quantidade de curtidas de cada publicação. A plataforma começou nesta sexta-feira (27) um teste envolvendo a marcação da reação, o famoso like, que é uma de suas principais ferramentas.

A experiência começou na Austrália e poderá ser estendida a outras nações. Não há, ainda, previsão de quando poderá ser implantada no Brasil.

A curtida é um dos principais recursos de engajamento com uma mensagem difundida na rede social, permitindo que os usuários demonstrem uma avaliação positiva sobre determinado conteúdo.

Em 2016, a empresa passou a disponibilizar outras reações por meio de símbolos gráficos, como expressões de amor, tristeza, raiva e surpresa.

“Estamos fazendo um teste limitado em que as contagens de curtidas e reações, além do número de visualizações de vídeos se tornam privados no Facebook e apenas visíveis para o autor do post. A partir disso, vamos reunir feedbacks para entender se essa mudança irá melhorar a experiência das pessoas”, declarou a empresa por meio de nota.

Potenciais prejuízos – Estudos indicaram possíveis impactos do uso de redes sociais no bem-estar de pessoas, especialmente jovens. Pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, estabeleceu uma relação entre o uso do Facebook e comportamentos de vício.

A lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

Já outra investigação acadêmica realizada por pesquisadores das universidades de Stanford e de Nova York identificou efeitos positivos em pessoas que deixaram de navegar na rede social, como aumento de bem-estar e redução da polarização política. De outro lado, dirigentes da empresa, entre eles o CEO (diretor executivo) Mark Zuckerberg, em diversas ocasiões sugeriram o intento de buscar experiências mais positivas na rede social.

Instagram – Em julho, a empresa implementou teste semelhante no Brasil em outra rede social de sua propriedade, o Instagram. A mudança já havia sido testada em outros países e chegou aos usuários brasileiros.

O teste fez parte de diversas iniciativas anunciadas pela plataforma para combater práticas nocivas na internet, como discurso de ódio, ou bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes.

Facebook testa botão de reação e adesivo com rosto de usuário

Depois de ter integrado o Stories a praticamente todos os serviços, parece que o Facebook ainda não acabou de se ‘inspirar’ no Snapchat. A rede social de Mark Zuckerberg se prepara para oferecer um recurso semelhante ao Bitmoji, do Snapchat.

Chamada de “Facebook Avatars”, a função permitirá aos usuários criar versões ilustradas de si mesmos para usarem como ‘adesivos’. Conforme o TechCrunch, será possível personalizar a cor de pele, estilo de cabelo e outros pormenores faciais. O site revelou até algumas imagens dos “Avatars do Facebook”.

Pelo que parece, a rede social permitirá usar estes stickers não só no Messenger mas ainda como reação a comentários. A justificativa do Facebook seria que, assim, ajuda “as pessoas a se expressarem melhor”. Os testes aos Avatars já estão acontecendo internamente.  (Noticias ao Minuto)

Clientes do Banco do Brasil poderão fazer transações pelo Facebook

Os clientes do Banco do Brasil poderão fazer transações bancárias diretamente pelo Messenger, aplicativo de mensagens instantâneas do Facebook, sem precisar utilizar o serviço de internet banking ou o aplicativo do banco.

Segundo o banco, a troca de informações nas interações com os clientes são criptografadas de ponta a ponta.

“Queremos estar em todos os lugares em que o cliente gosta de estar, seja no aplicativo ou na rede social. As pesquisas mostram que o brasileiro aprecia muito as redes sociais”, disse hoje (22) o diretor de tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse.

A ferramenta será iniciada com um projeto-piloto com cerca de mil clientes e um grupo de funcionários do banco. Inicialmente, estão disponíveis consulta de extrato da conta-corrente e informações sobre cartão de crédito como fatura, solicitação de segunda via e liberação de uso. 

Nos próximos dias, as consultas de saldo e extrato da poupança, assim como o extrato de fundos de investimento também estarão disponíveis pelo atendimento no Messenger. Após a fase de testes, o serviço será ampliado para todos os clientes.

O atendimento na nova plataforma será feito por meio do assistente virtual do banco, que já funciona para tirar dúvidas de clientes por meio de chatbot (“robô” que simula uma conversa com os clientes) no Messenger do Facebook combinada com o Watson, a plataforma de inteligência artificial para negócios da IBM na nuvem.

Há um ano, o BB adotou Watson para auxiliar os funcionários a agilizar o atendimento e responder a dúvidas e solicitações dos clientes. Em agosto do ano passado, a instituição ampliou o uso da inteligência artificial para seu novo canal de atendimento pelo Messenger do Facebook para tirar as principais dúvidas dos clientes sobre sua conta ou serviços oferecidos pelo banco.

Segundo o Banco do Brasil, foram mais de 500 mil interações e cerca de 60 mil clientes respondidos com informações sobre os mais diversos temas, como atendimento, cartão, conta-corrente, investimentos, linhas de crédito, solução de dividas, programa de relacionamento e câmbio.

A interação pelo chatbot representa 70% dos atendimentos feitos pelo BB no Facebook. Quando é necessário algum tipo de interação humana, o atendimento é encaminhado para funcionários do banco.

Desde outubro, o chatbot foi ampliado para os sistemas próprios do banco e migrou para o aplicativo. Em dezembro, começou a ser utilizado no internet banking para interações com clientes sobre módulo de segurança e bloqueio de senha. Repórteres da Agência Brasil

Facebook testa migrar contatos do Instagram para Messenger

O Facebook está testando uma ferramenta de migração de contatos do perfil do Instagram para o Messenger. No entanto, a atualização ainda não foi oficializada pela rede social.

De acordo com o TecMundo, este recurso precisa ser aprovado por cada perfil para funcionar. A ferramenta está disponível na opção “conecte ao Instagram”, que pode ser encontrada na aba “pessoas”.

Para evitar a divulgação de dados sigilosos, o recurso só vai funcionar para contatos mútuos – ou seja, por quem é seguido e está seguindo determinado perfil ao mesmo tempo. Assim, a rede social evita que pessoas desconhecidas tenham acesso ao perfil no messenger.

Ainda segundo a reportagem, a ferramenta ainda não está funcionando no Brasil.

Facebook começa a mostrar indicação de que a notícia divulgada é falsa

Após anunciar o lançamento de uma medida para combater a publicação de notícias falsas em dezembro do ano passado, o Facebook começou a sinalizar as “fake news” que circulam na rede social dos usuários norte-americanos.

A marcação é feita através de uma pequena etiqueta vermelha acompanhada da mensagem “contestada” e de um sinal de perigo (triângulo com um ponto de exclamação em seu interior), que explica quais são as organizações que contestam a veracidade da notícia.

A primeira notificação foi realizada com uma notícia falsa envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que informava que o Android do magnata foi o responsável por vazamentos de informação da Casa Branca.

Segundo a publicação, o magnata usa um smartphone, galaxy S3, lançado em 2012 que não recebe mais atualizações de segurança. A matéria foi divulgada pelo “The Seattle Tribune” no dia 26 de fevereiro, conhecido por ser um jornal sátirico. No entanto, segundo o site de análises de conteúdos jornalísticos Recode, durante cinco dias não houve nenhuma contestação.

Atualmente a notícia possui mais de 81 mil curtidas, compartilhamentos e comentários. A primeira contestação foi realizada pelo site Snopes apenas no dia 2 de março.

O plano para combater notícias falsas teve origem após a empresa de Mark Zuckerberg receber uma sequência de acusações de que a disseminação das notícias falsas interferiram no resultado das eleições norte-americanas. Ansa Brasil

Facebook testa novidades na monetização de vídeos

O Facebook anunciou hoje três atualizações relacionadas à monetização de vídeos na plataforma e também por meio do Audience Network, ferramenta que expande o alcance das campanhas da rede social para outros meios e que ainda não está disponível no Brasil. A ideia, segundo a empresa, é ajudar seus parceiros a rentabilizar seus conteúdos audiovisuais, tanto dentro do Facebook como em seus próprios websites e aplicativos. Por enquanto, as novidades estão disponíveis apenas no mercado americano.

Testes de Ad Breaks para mais criadores de vídeos LIVE

Nos últimos meses, um pequeno grupo de criadores de vídeos tem testado os Ad Breaks para ganhar dinheiro com vídeos ao vivo. Como o nome implica, o recurso permite que os criadores insiram curtos intervalos para anúncios durante suas transmissões. Ao optar por inserir os Ad Breaks, as pessoas que estão assistindo os vídeos verão um anúncio in-stream de até 15 segundos de duração e 5 de transição, totalizando em um intervalo de no máximo 20 segundos. Os criadores de conteúdo receberão uma parcela da receita publicitária.

Ad Breaks em vídeos on-demand

O Facebook começou a testar também o recurso de Ad Breaks em vídeos on-demand, permitindo que anunciantes incluam pequenos intervalos de anúncios em vídeos que eles já fizeram upload ou que já estão dentro de suas bibliotecas. Segunda a rede social, diversos parceiros nos EUA estão participando desse teste.

Anúncios em vídeos in-stream do Audience Network

O Audience Network é um serviço que insere publicidade de anunciantes do Facebook em sites e aplicativos terceiros e ainda não está disponível no Brasil. Nos Estados Unidos, o Facebook disponibilizou hoje vídeos in-stream para todos os anunciantes elegíveis do Audience Network, que tenham inventário disponível. Agora, eles poderão levar anúncios de vídeo relevantes para pessoas em todo o mundo, tanto em dispositivos móveis como desktops.