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Último dia do Festival de Arembepe terá sofrência e pagode

O pagode e a sofrência tomaram conta da segunda noite do Festival de Arembepe, neste domingo (31). O público, que lotou o espaço, ficou animado com as atrações e não parou de dançar e cantar ao som de bandas como Aremblack, Pincel, Lincoln & Duas Medidas, Parangolé e Devinho Novais.

Quem abriu a noite foi a banda Aremblack. Com muito pagode o grupo agitou a galera. Formado por dez integrantes, além das dançarinas, a banda, criada em 2009, é composta por músicos da localidade praiana e já participou de outras edições do Festival de Arembepe.

Outra “prata da casa” que tocou no Palco Arena foi o cantor camaçariense Pincel. O artista foi a segunda atração da noite e comandou a festa com seu repertório diversificado, composto por músicas de vários artistas e bandas de sucesso.

Com irreverência e carisma, Lincoln & Duas Medidas balançou tudo na Arena de shows e foi a terceira a se apresentar. Personalidade marcante e músicas dançantes são marcas registradas da banda. Na apresentação um setlist diversificado com sucessos da atualidade e canções autorais como “Paredão das Amigas”, “La Raba”, “Que meu Ex”, “Amigas das Tretas”, “Glicose”, dentre outras.

Contagiando a todos que estavam no local, a banda Parangolé foi a quarta a se apresentar na Arena. Com uma mistura de pagode baiano e outros ritmos mais dançantes, o “Parango” não deixou ninguém parado. Tendo como vocalista o cantor Tony Salles, a banda traz uma linguagem urbana, fazendo alusão ao gueto e à favela, mas sem esquecer suas origens. No repertório, antigos e novos sucessos, incluindo o hit “Abaixa Que é Tiro” (considerada a melhor música do carnaval 2019), “Open Bar”, dentre outras. O artista, que cantou por quase duas horas, agradeceu por mais uma oportunidade de tocar em Arembepe. “Estamos muito felizes em tocar aqui. Esse lugar é mágico. O pai chegou e vai soltar o Parango”, declarou o cantor estourado.

Uma das partes altas do show do Parango foi quando Tony Salles chamou o público para dividir o palco com ele. Além das fãs, que tiveram seu minuto de fama em cima do palco, ainda teve a participação especial do dançarino mirim David Brito, mais conhecido como David Batedeira. O garotinho de nove anos, que é um dos mais novos fenômenos das redes sociais, estava acompanhado do pai, David Tavares, e da assessora, Marcela Azevedo.

Essa é a primeira vez que o dançarino mirim se apresenta em Arembepe. Ele falou que é uma honra dançar no palco principal do festival, ainda mais ao lado de Tony Salles. ”Eu adoro Arembepe. Essa festa é muito linda. Tô emocionado em poder dançar para esse público”, falou o garotinho.

Responsável pelo hit de sucesso “Alô Dono do Bar”, o cantor Devinho Novaes, encerrou com chave de ouro as apresentações da noite no Palco Arena. O “Boyzinho”, como é conhecido, é o artista revelação do estilo “sofrência”. No repertório hits como ‘Como A Culpa É Minha’, ‘Coração Blindado”, “Volta, Boyinha”, “Fase Ruim”, dentre outras.

Essa foi a última noite de shows no Palco Arena do Festival de Arembepe. Mas a festa ainda não acabou. Nesta segunda-feira (1º/3), no Palco da Alegria, localizado na Praça Salustiano Santiago de Souza (antiga das Amendoeiras), terá o tradicional Baile dos Coroas, com apresentação das bandas Adriano Reis, Banda Arte e Brazilian Boys.

Foto: Thiago Canuto/Ascom-PMC – Newsba

Garoto de 4 anos é achado morto e polícia aponta mãe como autora do crime

O corpo de um menino de 4 anos foi encontrado na manhã de domingo (4), às margens do Rio Capivara, próximo à aldeia hippie de Arembepe, no município de Camaçari, região metropolitana de Salvador.

De acordo com a polícia, a mãe da criança, Grazielle de Santana da Silva, de 28 anos, é a principal supeita de ter matado o menino e teria confessado o crime a uma vizinha. Após a revelação, ainda conforme as investigações policiais, Grazielle se jogou na frente de um carro na BA-099, também conhecida como Estrada do Coco. Ela morreu no local.

Segundo a polícia, Grazielle morava na localidade do Sangradouro, em Camaçari. Ela saiu de casa com o filho, Davi de Santana da Silva, na noite de terça-feira (30) e só na quinta-feira (1º) retornou sozinha, à casa de uma vizinha. À mulher, ela disse que tinha matado o filho, mas não detalhou como foi o crime.

Após a conversa com a vizinha, ainda na quinta-feira, Grazielle saiu e se jogou na frente de um carro na Estrada do Coco, na altura da localidade onde morava em Camaçari.

A polícia informou ainda que Grazielle sofria de esquizofrenia, mas familiares informaram que ela não estava tomando os remédios receitados pelo psiquiatra porque dizia que os medicamentos faziam com que ela engordasse.

Segundo a delegada titular da 26ª delegacia (DT/Abrantes), Maria Danielle Monteiro, após o desaparecimento de Grazielle com o filho, a família dela procurou a unidade policial na quarta-feira (31) e registrou o caso, mas Grazielle e Davi não foram achados.

A delegada detalhou ainda que somente o laudo pericial poderá determinar qual foi a causa da morte de Davi. A polícia instaurou um inquérito para investigar o caso, mas a principal hipótese com a qual trabalha é de que a mãe tenha cometido o homicídio.

Apesar de Grazielle ter se jogado na frente de um carro, policiais tentam identificar o motorista do veículo, já que ele não prestou socorro à mulher e fugiu do local. (G1/Bahia)