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Produção industrial baiana avançou 7,4% em abril

11 de junho de 2019
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De acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal, analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em abril de 2019, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 7,4% frente ao mês imediatamente anterior. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou recuo de 1,2%. No acumulado do ano houve queda de 2,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado dos últimos 12 meses ocorreu redução de 0,8% frente ao mesmo período anterior.

No confronto de abril de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou recuo de 1,2%, com apenas três das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. O setor Produtos químicos (-22,3%) apresentou a principal contribuição negativa no período, explicada, especialmente, pela menor fabricação de amoníaco, etileno não-saturado e ureia. Outros resultados negativos no indicador foram observados nos segmentos Veículos (-17,9%), em razão da menor produção de automóveis e bancos de metal, e Couro, artigos para viagem e calçados (-1,0%), por conta da menor fabricação de couro e peles bovinos. A principal contribuição positiva foi em Metalurgia (52,4%), influenciada, principalmente, pela maior fabricação de barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre. Outros setores que tiveram resultados positivos foram Derivados de petróleo (4,2%), Extrativa mineral (9,6%), Alimentos (4,7%), Minerais não metálicos (18,0%), Borracha e material plástico (5,9%) e Bebidas (13,0%).

“Apesar do cenário econômico nacional não se apresentar favorável, o resultado da produção industrial baiana, em abril, sinaliza melhora, na margem, na maioria dos segmentos industriais. Este resultado é consequência de intensas articulações e de políticas públicas do Governo do Estado para estimular a produção industrial na Bahia. Vale destacar que o resultado da Bahia foi bem superior ao nacional, que ficou em 0,3%, sendo a Bahia responsável pelo segundo maior avanço do país”, avalia o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2019, em comparação com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou retração de 2,9%. Sete dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado, com destaque para Produtos químicos, que assinalou queda de 12,3%, principalmente, por causa da menor fabricação de amoníaco e ureia. Importante ressaltar também os resultados negativos assinalados por Veículos (-11,0%), Celulose, papel e produtos de papel (-12,2%) e Derivados de petróleo (-3,0%). Positivamente, destacou-se o segmento Metalurgia (25,3%), impulsionado, principalmente, pela maior fabricação de barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre. Vale citar ainda o crescimento de Minerais não metálicos (24,0%), Bebidas (13,5%), Extrativa mineral (5,3%) e Borracha e material plástico (2,4%).

No acumulado dos últimos 12 meses, comparada com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana foi de -0,8%. Sete dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado no período, com destaque para Produtos químicos, que teve queda de 7,7%. Importante ressaltar também os resultados negativos assinalados por Veículos (-3,8%), Couro, artigos para viagem e calçados (-7,2%),Celulose, papel e produtos de papel (-3,1%), Alimentos (-1,3%) e Borracha e de material plástico (-0,5%). Positivamente, destacaram-se Metalurgia (13,9%) e Derivados de petróleo (2,0%).

 

COMPARATIVO REGIONAL – A queda no ritmo da produção industrial nacional, com taxa de -3,9%, na comparação entre abril de 2019 com o mesmo mês do ano anterior, foi registrada em oito dos 14 locais pesquisados, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Pará (-31,0%), Espírito Santo (-18,0%) e Minas Gerais (-10,9%). Por outro lado, Ceará (6,5%) e Rio Grande do Sul (6,3%) assinalaram as maiores taxas positivas nesse mês.

No acumulado do primeiro quadrimestre, dez dos 14 locais pesquisados registraram taxa negativa, com destaque para as quedas mais acentuadas em Espírito Santo (-10,3%), Pará (-7,8%), Minas Gerais (-4,8%) e Mato Grosso (-4,8%). Por sua vez, Rio Grande do Sul (6,2%) e Paraná (6,2%) registraram os maiores avanços no período.

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